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MAURICIO SANTANA Dizer que o pecado e a imoralidade que assolam inúmeras crianças e adolescentes moram ao lado seria “bom” demais. A maioria das vezes o agressor divide a mesma casa e dorme no quarto ao lado, ou pode estar do outro lado da rede social. É dentro de casa, e não na rua que ocorre a maior parte dos abusos sexuais contra menores de idade. Estudos comprovam que a maior parte das agressões ocorre na residência da criança (64,5%).

A verdade é que os números de abusos sexuais que vemos nas estatísticas não chegam nem perto do que é na realidade, pois na maioria dos casos o segredo ainda impera. A vergonha, nojo, medo e culpa fazem parte do universo da criança ou o adolescente que foi abusado, o que acarreta na preferência de não denunciar, evitando assim a exposição.

Em relação ao meio utilizado para agressão, a força corporal/espancamento é apontado com (22,2%), atingindo mais meninos (23%) do que meninas (21,6%). Em 45,6% dos casos o provável autor da violência é do sexo masculino. Ainda temos outra agravante, que é além de serem ameaçados de morte, esses jovens dependem do salário dos pais e tentam preservar o amor da mãe pelo marido, mesmo porque “imaginam” que na relação entre os pais ela é a intrusa.

Face o exposto é crucial destacar que, a denúncia é um meio importante de dar visibilidade e, ao mesmo tempo, promover a criação de mecanismos de prevenção e proteção. Além disso, os serviços de escuta, como o disque-denúncia- DISQUE 100, delegacias, serviços de saúde, de assistência social, escolas, conselhos tutelares e a própria comunidade precisam acolher e atender a criança e o adolescente. Denunciar é oportunizar que as crianças sejam crianças!

(Maurício Santana, Licenciado em História, Professor da rede Estadual e Privada de Ensino, Pós Graduado em História do Brasil, Gestão Educacional e Mestre em Educação )
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ACUSADO DE PECULATO, GEDDEL JÁ TEVE SETE PARENTES COM CARGOS NA CÂMARA
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GEDDEL DIZ Acusado de corrupção, lavagem de dinheiro e peculato, o ex-ministro Geddel Vieira Lima (MDB) já teve sete parentes como funcionários da Câmara dos Deputados.

Mãe, mulher, irmãos e cunhadas do cacique emedebista, que está preso preventivamente desde setembro em Brasília, ocuparam postos de assessores da Mesa.

Diretora ou secretários parlamentares em gabinetes do Congresso. A denúncia contra Geddel, sua mãe, Marluce, e seu irmão, o deputado federal Lúcio Vieira Lima (MDB), será julgada nesta terça-feira (8) pelo Supremo Tribunal Federal. Caso seja acatada, os três se tornam réus no processo do bunker com R$ 51 milhões encontrado pela Polícia Federal em um apartamento em Salvador.

A primeira nomeação de um Vieira Lima para o Congresso data de 1975, quando a mãe de Geddel assumiu um cargo no gabinete do próprio marido, o então deputado federal Afrísio Vieira Lima (PL). Posteriormente, foi remanejada para outros cargos na Câmara, onde ficou até se aposentar.

Além da mãe, o próprio Geddel e seu irmão ocuparam cargos no gabinete do pai nos anos 1980. O outro irmão, Afrísio Vieira Lima Filho é o único da família que mantém cargo na Câmara até hoje. Desde 1997 é diretor legislativo e tem salário mensal de R$ 33,9 mil.

As mulheres dos irmãos Geddel, Lúcio e Afrísio Filho também ganharam cargos.

Alessandra Vieira Lima foi nomeada em 1997 pelo então presidente da Casa, o hoje presidente Michel Temer (MDB), aliado de Geddel.

De 2007 a 2009, ela foi assessora na Assembleia Legislativa da Bahia. Patrícia Vieira Lima assumiu cargo no gabinete de Geddel em 2002.

Quando o emedebista foi nomeado ministro da Integração Nacional, em 2007, ela passou para a equipe do deputado suplente Edigar Mão Branca (PV). Tatiana Vieira Lima ocupou cargos ligados à Mesa Diretora da Câmara entre 1992 e 2002. Desde 2009 é assessora no Senado com salário de R$ 8,6 mil.

Em depoimento à Polícia Federal, o ex-assessor parlamentar Job Ribeiro afirmou que fazia serviços particulares para a família e devolvia cerca de 80% do salário pago pela Câmara aos Vieira Lima.

Como prova, revelou extratos que mostram saques e transferências bancárias. Além de Ribeiro, os funcionários Milene Pena e Roberto Suzarte atuariam prestando serviços para os parentes.

A defesa dos Vieira Lima nega as acusações. (Fonte: Bocão)
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ONDE SERÁ QUE ESTÃO ESCONDIDOS OS DOIS MAIORES VELHACOS DE ITAMARI E REGIÃO?
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beto-e-miquinha.

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