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PRESIDENTE UZIEL CONFIRMA QUE AS CONTAS DO EX-PREFEITO DJALMA GALVÃO SERÃO VOTADAS LOGO APÓS O RECESSO

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O Presidente da Câmara de Vereadores de Gandu Uziel Barreto, em contado com o blog, confirmou o que o BLOGDOZEBRAO já havia publicado em edição do início do mês de junho, que as contas 2016 correspondentes aos ex-prefeitos Ivo Peixoto e Djalma Galvão, seriam apreciadas pela Casa, logo após a volta do recesso.
Procuramos o presidente, em virtude de que as redes sociais passaram a divulgar insistentemente, que o ex-prefeito Djalma Galvão havia dado entrada na justiça de uma ação contra o presidente Uziel Barreto para que colocasse logo em votação o parecer do Tribunal de Contas, considerando aprovadas as contas de Djalma e reprovadas as contas do ex-prefeito Ivo. O presidente manifestou-se afirmando o seguinte: “Logo após o Supremo Tribunal Federal-STF decidir que prevalece a Decisão da Câmara, deixa de existir a questão do prazo regimental e que em virtude da intensidade dos trabalhos, não havia colocado em votação o parecer do TCM, o que irá ocorrer na reabertura dos trabalhos legislativos. E nos garantiu que jamais procurou vereador de um lado ou de outro, para falar sobre o assunto, que a posição dele todos conhecem… inclusive já havia comentado o assunto e o nosso blog já havia publicado que as contas iriam à votação após a volta do recesso. Frisou mais uma vez, que hoje não existe mais prazo para encaminhar para votação o parecer do TCM”.
Portanto, as contas de 2017, serão apreciadas pelo plenário da Câmara quando da volta do recesso. Realmente o presidente jamais procurou nenhum vereador para comentar o assunto, como se deveria votar, cada um tem a sua opinião, como Bozó já declarou publicamente o seu voto, antes até mesmo que elas fossem julgadas pelo TCM, quando ele deixou claro que votaria de acordo com a decisão do Tribunal, como o Tribunal aprovou, ele votará a favor da aprovação.
Temos absoluta certeza, que vai prevalecer o parecer do Tribunal, pois são necessários NOVE votos para rejeitar o parecer, o que certamente não irá ocorrer. (Texto: Zebrão)

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