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O FUTEBOL E A CIÊNCIA! – Pelo Prof. Antonio Moreira Neto – NETÃO

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Neste domingo foi o final da Copa América, com a vitória da seleção brasileira sobre a seleção do Peru. Neste período de campeonato, jogos interessantes, a polêmica do VAR, os Argentinos chorões, dentre outros fatores que chamaram a atenção.
Os jogos de hoje são mais voltados para marcação forte, “ o jogo duro”. Duas coisas me chamaram a atenção: quando dois jogadores se tocaram cabeça com cabeça e o número de jogadas aéreas com cabeçadas.
O perigo de jogadores cabecearem uma bola em alta velocidade é o mesmo de um impacto de um mergulhador em salto em altura, dentro d’água. O Impacto de cabecear a bola causa lesões e quebras de fibras no tecido branco que interconecta as partes do cérebro.
Com o peso entre 410g e 450g, a bola é enviada a 75Km/h, absorvida pelo choque com a cabeça e reenviada a 45 Km/h. Um estudo do Albert Einstein College of Medicine, mostra que um jogador em 90 minutos de jogo é exposto a este impacto no máximo 6 a 12 vezes, podendo causar lesões cumulativas no cérebro e perda de memória.

Bibliografia: [email protected]

(Antônio Moreira Neto – NETÃO, Licenciado em Física pela FACE e Engenheiro Agrônomo pela UFBA. Professor de Física e Química dos Colégios: Durval Libânio, Colégio Santo Antônio e Colégio Nobre)
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