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SEPARAÇÃO, E OS FILHOS!? – Pelo Prof. Zenildo – ZOOM

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Quando o relacionamento se torna insustentável é comum que a separação apareça como o caminho para um alívio imediato. Nestas situações não só se decidi sobre a divisão dos pertences, mas também a guarda dos filhos. Por isso é muito comum as crianças presenciarem as brigas e serem utilizados como mensageiros entre o casal, ou por vezes, serem até veículo de agressão de um para o outro.
No caso do divórcio mal resolvido, as crianças acabam por sofrer consequências negativas, pois dificilmente o casal conseguirá vivenciar a separação de forma clara, conversando sobre como será dali para frente, assegurando o afeto de ambos e alterando o mínimo possível o cotidiano dos filhos.
As crianças envolvidas em brigas tenderão a tomar partido, a sentirem-se culpadas e ameaçadas de perderem intimidade com um dos pais, ou com ambos. Os filhos são, com isso, as principais vítimas da falta de maturidade dos genitores. Assim, por mais bem resolvidas que possam ser as decisões assumidas de uma separação, haverá algumas implicações secundárias, como por exemplo, a reconstrução do “novo” estado de vida, a reestruturação da vida dos filhos, o recomeço de uma nova vida para os dois.
De repente, aquela pessoa que tinha as obrigações de marido ou de esposa, se vê assumindo inteiramente as responsabilidades que anteriormente eram divididas, e para a criança, de repente aquele lar com o aconchego vira um ambiente solitário e incompleto. Por isso é de fundamental importância que a criança compreenda todo o processo e que a separação dos pais não seja sinônimo de afastamento dos filhos.

(Zenildo Santos Silva, Bacharel em Psicologia, especializado em Psicopedagogia; licenciado em Letras Vernáculas pela UNEB. Atende no AEE – Atendimento Educacional Especializado, no acompanhamento de crianças com necessidades especiais)
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