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UM AMOR DE VERDADE – Pelo Prof. MAURÍCIO SANTANA

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A maioria dos relacionamentos inicia onde outros tantos finalizam: on-line. Nos Estados Unidos, aproximadamente um terço dos casamentos tem início pela internet. Enquanto o mundo virtual auxilia a formação de novos casais, há casamentos que se desfazem em razão de armadilhas digitais. Uma pesquisa britânica de um site de divórcios on-line revelou que um terço dos casamentos desfeitos tem como ponto de desacordo problemas com o uso do Facebook. Assim compreende-se que a mesma rede que possibilita fisgar o amor de sua vida pode ajudar a levá-lo embora. É nesse emaranhados de relacionamentos que se constroem e desmoronam num clique refletimos: ainda é possível viver um amor verdadeiro para toda a vida?
Precisamos pensar sobre nosso modo de nos relacionar para conseguir o nível de relacionamento que realmente traz significado para a vida. Na visão de Zygmunt Bauman, o filósofo da modernidade líquida, o amor de nossos tempos foi ampliado para englobar muita coisa, mas paradoxalmente se tornou esvaziado.
”Em vez de haver mais pessoas atingindo mais vezes os elevados padrões do amor, esses padrões foram baixados. Como consequência, o conjunto de experiências às quais nos referimos com a palavra amor expandiu-se muito. Noites avulsas de sexo são referidas pelo codinome de “fazer amor.
O amor deve se apresentar como algo muito mais permanente e recompensador do que as conexões e desconexões de amores que se fazem eternos enquanto duram. Sendo assim é por esse motivo que tanto se fala que ninguém é de ninguém e que se defenda um amor com leveza, sem cobranças nem compromisso, dentro de muita gente ainda bate um coração que deseja se entregar de corpo e alma a um amor de verdade.

(Maurício Santana, Licenciado em História, Professor da rede Estadual e Privada de Ensino, Pós Graduado em História do Brasil, Gestão Educacional e Mestre em Educação)
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