WebtivaHOSTING // webtiva.com . Webdesign da Bahia

“TEMOS BOAS PERSPECTIVAS”, DIZ GERENTE DO BAHIA SOBRE PATROCÍNIO MASTER

.

Mesmo sem um patrocinador definido, o Bahia lançou na última quinta-feira, 12, as novas camisas da coleção 2020. Em entrevista ao Programa do Esquadrão, na terça, 17, o gerente de marketing do clube, Lênin Franco, explicou a falta de um parceiro master no manto do Tricolor, além de falar sobre a negociação com a Dular, que patrocinou o clube em 2019 e que deve continuar na próxima temporada.
“Temos um prazo que a gente precisa estar negociado com os patrocinadores para que, até essa data, tenha uma confirmação das renovações de contrato para que, aí sim, as marcas apareçam no uniforme. A Dular, por ser a patrocinadora master, por ser algo mais robusto, essa negociação ultrapassou o tempo que a gente tinha hábil para a produção. Ficamos em uma sinuca de bico. Ou segurava a produção e atrasa o lançamento, correndo o risco de perder o Natal, ou faria sem a marca, enquanto negocia, e a partir de um segundo lote, no início do ano que vem, com tudo certo, a marca vem estampada. A gente escolheu essa opção. Seguimos em negociação com a Dular. Temos boas perspectivas. Do lado deles tem interesse, do nosso lado também. Existem alguns ajustes a fazer. Esperamos que no início do ano esteja tudo organizado, assinado, para seguir com a parceria”, detalhou Lênin Franco.
Após perder o patrocínio Master da Caixa, o Bahia conseguiu atrair novos parceiros e equilibrou as contas do clube durante o ano. Lênin Franco comentou este processo de criação de novas parcerias.
“Para a gente, nesse sentido de receita de patrocínio foi muito bom. O Bahia, mesmo com a saída da Caixa, no início de 2018, conseguiu se reorganizar e novos patrocinadores chegaram. A gente reequilibrou o valor que a gente tinha perdido com o patrocínio da Caixa. O mais importante não é só a entrada de novos patrocinadores, mas também a manutenção deles. O Bahia é um dos poucos clubes no Brasil que praticamente não tem mais propriedade comercial para vender no uniforme, que está inteiramente ocupado. São muitos anos com o Bahia se mantendo com patrocinadores, e patrocinadores que acabam ficando por longa data no clube”, afirmou o gerente.
Desde 2018, o Bahia mantém uma marca própria de uniformes, que se tornou uma referência e motivou equipes como o Ceará a trilharem o mesmo caminho. O gerente comentou os benefícios desta mudança.
“Não tenho dúvida que o Bahia virou, de fato, referência no mercado. Existiam outros clubes com marca própria. Mas a gente conseguiu fazer um modelo híbrido, em que a gente entendeu um pouco a realidade de cada um, trouxe para a nossa, montou um projeto com a participação do torcedor, com o desenho dos uniformes, o que cria engajamento grande. Quando a gente cria a camisa, já sabe que provavelmente vai ser bem vendida, porque o torcedor criou, votou e escolheu. Conseguimos nos diferenciar no mercado. Financeiramente não precisa nem dizer o quanto foi vantajoso para a gente no aumento de royalties. E também, obviamente, na flexibilidade de lançar novos produtos. Pega o público feminino, por exemplo, além da camisa de jogo, tem camisa de goleiro, de concentração, aquecimento, de treino. Todo modelo masculino, tem também feminino. Coisa que não acontecia antes. Conseguimos agora na coleção 2020 baixar sensivelmente o preço do kit infantil. Foi algo que a gente brigou muito. Entendíamos que na formação do torcedor precisa ter produtos com preço mais acessível, para que os pais incentivem as crianças a torcer. Acho que a marca própria veio para ficar e deixou o Bahia em um patamar diferente dos outros clubes”, finalizou. (Fonte: A Tarde)

.

Comentários estão fechados.