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BAHIA LIDERA EM CASOS DE ZIKA VIRUS NO ANO

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A doença que está ligada à microcefalia em bebês de grávidas contaminadas, com 18 casos confirmados até o fim de janeiro, a maior quantidade do país, acima da soma de todos os casos das outras regiões. Depois do Nordeste com 25 casos, o Sudeste tem 15, o Norte registra 14, o Centro-Oeste 12 e o Sul, 9. São 85 casos em todo o Brasil. No ano passado eram 72.
Entre 2015 e 2018, a maioria dos casos notificados se concentrou na região Nordeste (58,3%) do país, seguido das regiões Sudeste (25,2%) e Centro-Oeste (7,6%); os cinco estados com maior número de casos notificados foram Pernambuco (16,3%), Bahia (15,6%), São Paulo (9,8%), Paraíba (6,9%) e Rio de Janeiro (6,9%).
Considerando apenas 2019, houve uma mudança no padrão, com uma maior concentração de casos no Sudeste (39,3%), seguido de Nordeste (36,0%) e Centro-Oeste (9,2%). Os estados com mais casos notificados foram São Paulo (16,5%), Pernambuco (14,8%), Minas Gerais (14,2%), Alagoas (6,2%) e Espírito Santo (6,1%).
SÍNDROME CONGÊNITA
A maior quantidade de casos de Síndrome Congênita entre 2015 e 2018 aconteceu, de longe, na Bahia. foram 565, contra os 465 de Pernambuco, 305 do Rio de Janeiro, 217 da Paraíba e 171 do Ceará, os estados com mais incidência desta doença gravíssima que pode chegar ao óbito.
Em 2019, a maior quantidade de mortes por consequências do Zika Virus aconteceu em Minas Gerais (9), seguido de Pernambuco (8), Bahia e Goiás com 7; Piauí, Maranhão e Rio Grande do Sul com 6. As mortes aconteceram em bebês, enquanto crianças e adultos sofrem com deformidades incapacitantes.
A Síndrome Congênita gera deformidades, convulsões, irritabilidade, disfunção do tronco encefálico, dificuldade para se alimentar, contraturas de membros, anormalidades auditivas e oculares, além de anomalias cerebrais em bebês expostos ao Zika durante a gestação.
DENGUE E CHIKUNGUNYA
No caso da Dengue, a Bahia teve 31 mortes em 2019, mas neste ano apresenta 546 dos 1.530 casos do Nordeste, uma situação mais controlada. A maior quantidade de casos está no Sudeste (13.332), sendo 10.271 em São Paulo. Depois o Sul com 8.651, quase todos no Paraná (8.483). O Centro-Oeste registra 5.297, sendo 2.129 no Mato Grosso do Sul e o Norte tem 1.953.
A concentração dos casos de Chikungunya está no Sudeste (458), sendo 274 no Rio de Janeiro. Depois vem o Nordeste com 332, com maior incidência na Bahia (139); o Norte com 75, 30 deles no Pará; o Centro-Oestre com 49, sendo 14 no Mato Grosso do Sul e outros 14 no Mato Grosso; e o Sul com 45, 28 no Paraná.
O Ministério da Saúde tem recomendado às secretarias estaduais a capacitação dos profissionais nas plataformas AVASUS e Universidade Aberta do Sistema Único de Saúde (UNA-SUS); manter os dados atualizados e procurar os centros de pesquisa para absorver estudos e conhecimento sobre as doenças. (Fonte: A Região)

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