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MÃES E TRABALHO NA QUARENTENA – Pela Admª. TAIS GASPAR

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60% das mães brasileiras se sentem impactadas emocionalmente por causa do isolamento social. Conciliar várias tarefas sobrecarrega as mulheres.
Os tempos estão desafiadores para todos, mas atinge em cheio as mulheres e mães. O isolamento social, que colocou a maior parte das pessoas em casa por tempo indeterminado, faz com que famílias inteiras precisem dividir o espaço do lar para trabalhar, estudar, comer, faxinar, descansar e ter algum tipo de lazer…
Com isso, as mães se vêem às voltas com muitas atividades ao mesmo tempo: responder e-mails, executar as tarefas do trabalho, participar de reuniões e, paralelamente, atuar na educação dos filhos, preparar as refeições e atender às demandas dos pequenos que, nem sempre, entendem que é hora de trabalhar.
Some-se a isso o fato de que as mulheres trabalham quase o dobro do que os homens em tarefas domésticas, de acordo com estudo feito pelo IBGE em 2019, e a sensação de sobrecarga só aumenta.
Mãe, professora e executiva
Equilibrar tantos papéis não é fácil. E ainda tem a questão mais complexa, exercer o papel de professora. Papel de grande importância neste momento, mas para a maioria falta preparo, conhecimento e habilidade.
A escola tem vários professores para ministrar as aulas, cuidar da disciplina das crianças em sala, entretê-las, e, de repente, tudo veio concentrado para os pais administrarem. O tempo disponível para acompanhamento das aulas não é mais somente após o trabalho, mas durante o processo. Ao mesmo tempo que as crianças estão tendo aula, dúvidas, ou simplesmente brincando em vez de estudar, é o mesmo momento em que eu estou trabalhando, fazendo minhas reuniões ou elaborando um relatório.
A tendência é a gente se cobrar demais, cobrar demais dos filhos. No final das contas, todos estão em conflitos internos: as crianças tendo que estudar num quarto enquanto toda a família está em casa; é algo novo pra elas e tudo que elas queriam: ter a família em casa todos os dias. Mas é um processo difícil e pesado para muitas.
Ter essa flexibilidade é fundamental neste período. O momento é muito delicado para todos. É hora de muito acolhimento, flexibilidade, acordo e negociação. Todos precisam ceder e estar dispostos a contribuir para um ambiente melhor.
E como ficam as lideranças empresariais nesta confusão toda? Com as rotinas viradas de ponta cabeça, as empresas (e as lideranças) precisam de mais empatia para compreender os momentos de cada funcionário. Mais do que nunca precisamos focar em ser simples, evitar burocracias desnecessárias, dar suporte, estar presentes e próximos dos profissionais.
A confiança é outro ponto importante para que as mães consigam trabalhar bem durante essa quarentena. “O foco deve ser nas entregas combinadas e não na carga horária. Talvez seja uma ótima oportunidade para líderes ainda adeptos da gestão que se utiliza da lógica do comando e controle observem que a confiança pode render bons frutos. Para isso, as pessoas precisam estar comprometidas e, para estarem comprometidas, precisam ver suas necessidades contempladas.
O momento requer cautela, empatia e compreensão… Entender que qualquer relacionamento, seja ele profissional ou pessoal é uma via de mão dupla e precisamos ceder para avançar.
E você, como está posicionado diante de tantas mudanças?
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Até a próxima!

(Tais F. Gaspar de Araújo – Master Coach, Consultora e Treinadora – Empreenda Consultoria)
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