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POR QUE AS PESSOAS COMPARTILHAM FAKE NEWS? – PELO PROF. ZENILDO SANTOS SILVA-ZOOM

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Volta e meia recebemos de amigos fakes news. Afinal por que as pessoas acreditam e propagam mensagens falsas? Nem sempre quem compartilha esse tipo de postagem é maldoso, muitas vezes a pessoa ver a reportagem que reflete seu pensamento, e sem averiguar envia para contatos no intuito de comprovar sua ideia.
Entre os muitos perfis de quem propaga essas mensagens tem o piadistas, esse espera que ninguém seja enganado por um áudio de WhatsApp dizendo que o presidente renunciou, ou que Rui Costa foi convocado para o ministério da educação. Mas algumas pessoas não entendem a piada, acreditam e reenviam, o que seria para divertir acaba se transformando numa catástrofe.
Tem o perfil golpista, que procura se beneficiar com eventos e fatos. Agora na Pandemia começaram a usar notícias falsas sobre o vírus para ganhar dinheiro, com e-mails sugerindo “clicar em um texto sobre a cura do coronavírus” ou indicando direito a reembolso de imposto por causa do surto. Essas duas situações são exemplos comuns entre centenas de outros golpes que usam mensagens falsas.
Tem o sabichão, com esses pensamos que a desinformação parece vir de uma fonte confiável, um profissional da saúde ou professor. Mas muitas vezes quem envia não é nada disso. Recentemente uma mulher foi a criadora de um áudio com tom de voz de pânico que descrevia terríveis números de mortes de jovens saudáveis por coronavírus, tudo completamente sem fundamento. Ela alegou ter informações privilegiadas por trabalhar em um serviço de saúde. Por se tratar de uma “possível fonte confiável” as pessoas recebem e propagam.
Existem muitos outros perfis, mas seja qual for o tipo de pessoa que envia mensagens para você, não se esqueça de uma preciosa dica, antes de compartilhar pesquisem em vários sites para confirmar que se trata de realidade, se for áudio com algo da cidade ligue para outras pessoas, mas não envie para ninguém sem ter certeza. Na dúvida, não compartilhe.

(ZENILDO SANTOS SILVA, Bacharel em Psicologia, Psicopedagogo e Mestrando pela UFSB em Ensino e Relações Étnicos Raciais)
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