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ADVOGADOS DO PREFEITO LÉO, PERDEM MAIS UMA PARA DR. CONRADO. JUIZ DIZ EM SENTENÇA QUE CHAMAR DE MANÉ O PREFEITO NÃO É OFENSA

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O último sábado foi um dia movimentado em Gandu. O BLOGDOZEBRAO publicou nas redes sociais que a justiça havia sido feita, inclusive com a retirada do processo do segredo de justiça, que foi solicitado pelo prefeito Leonardo Cardoso, quando entrou com o pedido de indenização por danos morais contra o ativista político e seu cabo eleitoral em 2016, Wagner da Oficina.
O prefeito sentiu-se ofendido, porque o seu ex-cabo eleitoral o ativista político Wagner do 2 de Julho, em um áudio publicado nas redes sociais, o chamou de MANÉ (áudio abaixo). Pediu indenização no valor aproximado de QUARENTA MIL REAIS.

O prefeito deve também ter-se ofendido, porque no segundo áudio abaixo, Wagner, o ex-cabo eleitoral de Léo, o chamou de playboyzinho… ouça o áudio.

Já no terceiro áudio abaixo (o juiz fez questão de ouvir os três áudios anexados ao processo de indenização), causou certo constrangimento: em um lado da mesa Wagner e o seu advogado Dr. Carlos Conrado. Em frente, do outro lado da mesa, o prefeito Léo e o seu advogado Dr. Juracy.

Em defesa do seu cliente, relato feito por Wagner (isso Dr. Conrado não nos contou), o seu advogado Dr. Conrado perguntou ao prefeito, para justificar as críticas do réu, “senhor prefeito, o senhor não comprou um diploma que posteriormente foi denominado de Diploma do Jegue, e depois teve que devolver o dinheiro á Tesouraria da Prefeitura?” O prefeito ficou em silêncio… e como quem cala consente, então justificava sim, as acusações feitas por Wagner da oficina. Tudo em segredo de justiça.

Parte Autora: LEONARDO BARBOSA CARDOSO – Parte ré: CARLOS ALBERTO WAGNER
PROCESSO – SENTENÇA
…Após atenta análise das alegações e documentos carreados aos Autos, resta claro que os Autores (Leonardo e o seu advogado), buscam reparação por dno moral recorrente de responsabilidade aquiliana, subjetiva…
…Conforme provas produzidas, o Acionado (Wagner), através de publicações e áudios no whatsapp e facebook, teceu diversas críticas à gestão municipal da qual o Autor é prefeito, bem como aos seus apoiadores. Há críticas direcionadas a terceiros, que não fazem parte deste processo.
De todo modo, verifica que a única crítica pessoal dirigida ao Autor, diz respeito à palavra “MANÉ”. A palavra significa: SUJEITO TOLO, MENOS INTELIGENTE OU COM POUCA CAPACIDADE INTELECTUAL ou SUJEITO DESLEIXADO OU DISPLICENTE COM SUAS COISAS OU COM SI MESMO (consulta em https://www.dicio.com.br/mane/).
Há relato sobre denúncias e punições administrativas do Autor (Diploma do Jegue), na gestão municipal, pelos órgãos de fiscalização…
…Quanto a única expressão individualmente atribuída ao Autor, trata-se da palavra MANÉ cujo significado foi acima citada, Não há prova de outras expressões ou palavras atribuídas pessoalmente ao Autor, cujo ônus da prova lhe cabe…
Embora imprópria ou inoportuna, não vislumbro existir ofensa à honra do Autor através da palavra citada. O mesmo ocupa a chefia do executivo municipal e é comum existir oposição, discordância e críticas às suas ações. O equilíbrio emocional e a habilidade para coordenar os interesses em jogo, no trato municipal, faz parte do múnus público que lhe foi confiado.
Ao se quer com isto dizer, que é possível a qualquer cidadão proferir qualquer tipo de crítica aos seus gestores. Mas apenas que a única palavra atribuída ao Autor pelo Réu, conforme os autos, diante do cargo público que o primeiro ocupa, não é capaz de configurar vexame, dor, sofrimento, ou seja, circunstâncias caracterizadoras de danos morais…
…Em face do exposto, julgam-se IMPROCEDENTES os pedidos formulados na presente demanda, uma vez que, conforme acima mencionado, amparada na legislação pertinente à matéria, NÃO HOUVE DANO MORAL. Desse modo extingue-se o processo com resolução de mérito… nos limites da demanda.
Observado o trânsito em julgado, transcorrido o prazo legal e adotadas as medidas de praxe, dê-se baixa e ARQUIVEM-SE os autos.
Gandu, 24 de junho de 2020
Daniel Serpa de Carvalho
Juiz de Direito em Substituição
Eduardo Cabral Moraes Monteiro
Juiz Leigo
Obs. As palavras em Caixa Alta, e entre parênteses, são de autoria do BLOGDOZEBRAO.
O prefeito Leonardo Maduro, adepto da censura, tentou processar o seu ex-eleitor, seu ex-cabo eleitoral Wagner do 2 de Julho, pedindo na justiça uma indenização no valor de quase QUARENTA MIL REAIS. Agora ele pode levar um advogado da prefeitura, pago com recursos do contribuinte para defendê-lo ma justiça (o que nos consta ser IMPROBIDADE ADMINISTRATIVA), cabendo denúncia ao Ministério Público. Mais uma aberração. Tudo o que o prefeito faz, é com recursos do município. Ainda bem que ele tem um time de analfabetos que recebem DOIS MIL REAIS por mês, do seu mesmo nível intelectual, ou seja ZERO. Ele prefere quantidade e não QUALIDADE, pois se desejasse qualidade, ele teria Dr. Humberto Almeida, pois se colocarmos TODOS os seus advogados em uma britadeira não saia no final de linha, um pé de Dr. Humberto. Ele fez a mesma coisa, quando foi defender-se da Medalha do Jegue paga com recursos da municipalidade, quando o seu Procurador Jurídico entrou com recurso (outra IMPROBIDADE ADMINISTRATIVA). O TCM indeferiu de cara, porque não cabia na ação, que um funcionário da prefeitura fosse o seu defensor e ele não aprendeu. É BURRO mesmo, ou aliás, digno merecedor do DIPLOMA que recebeu. Vale salientar, que à época, Dr. Conrado era oposição ao prefeito, imputando-lhe uma segunda derrota.

Ainda ontem, as redes sociais encheram-se da foto e do vídeo acima. MANÉ É MANÉ… vamos de agora em diante, só qualificar o prefeito de MANÉ, já que não dá processo… todos vamos chamá-lo de MANÉ. Onde o encontrarmos, não o cumprimentemos como prefeito Léo e sim prefeito MANÉ…

O ativista político Wagner, postou nas redes sociais, um áudio onde agradece a Dr. Conrado. (Texto: Zebrão)
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