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O QUE É EFICIÊNCIA DE UMA VACINA? – Pelo Prof. ANTÔNIO MOREIRA NETO – NETÃO

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Estava assistindo a tv, no fechamento desta postagem, vendo a liberação da ANVISA das vacinas Coronavac e Oxford. Mostrava também a primeira brasileira a ser vacinada no Estado de São Paulo (Mônica Calazans). A chegada da vacinação é uma esperança para essa guerra contra o vírus e uma população irresponsável, que insiste em aglomeração.
A vacina é confiável? O que é eficácia da vacina? A eficácia está relacionada ao número de pessoas protegidas em relação a uma determinada quantidade de pessoas vacinadas. Uma vacina com 95%, por exemplo, de eficácia significa que 95 pessoas de cada cem devem estar protegidas.
A eficácia é determinada depois de todas as fases de testes. Primeiro é feito um teste com animais, e a depender do resultado, se inicia as fases de testes em humanos. Se a vacina der um bom resultado nos animais, mostrando que foi capaz de protegê-los contra a doença, começamos a testá-la em humanos. Isso envolve quatro fases. Na Fase 1, aplica-se a vacina num grupo pequeno de pessoas, apenas para ver se é segura: se ninguém tem efeitos adversos graves ou fica doente. Na Fase 2, vacina-se um grupo de voluntários um pouco maior, e se mede, como nos animais, se a vacina consegue provocar uma resposta imune. Se a vacina for bem nas Fases 1 e 2, ela pode seguir para a Fase 3. Este é o teste de eficácia.
Algumas vacinas não apresentam uma eficácia tão alta, e mesmo assim mostram uma alta capacidade de proteção contra sintomas graves da doença. Por isso não podemos afirmar que as vacinas de taxas baixas não são de boa qualidade. O importante nesse momento é o início do processo de vacinação. Bibliografia: [email protected] / cartamaior.com.br

(ANTÔNIO MOREIRA NETO – NETÃO, Licenciado em Física pela FACE e Engenheiro Agrônomo pela UFBA. Professor de Física e Química dos Colégios: Durval Libânio, Colégio Santo Antônio e Colégio Nobre)
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