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O QUE ZEBRÃO ACHA DA POSSIBILIDADE DO “LU/NETO” NA BAHIA E O QUE JAQUES WAGNER PODE TER A VER COM ISSO (Política Livre)

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As especulações em torno de uma eventual aproximação entre ACM Neto (DEM) e o presidenciável Lula (PT) fizeram políticos ligados ao ex-prefeito de Salvador retomarem a ideia do ‘Luneto’, fenômeno pelo qual eleitores marcariam na Bahia o nome do democrata para o governo estadual e do petista para a Presidência da República nas urnas.

Algo semelhante ao Lulécio, de 2006, com o eleitor apostando em Aécio Neves (PSDB) para o governo e Lula para presidente em Minas Gerais, palco também do Dilmásia, que elegeu Dilma Rousseff (PT) ao Palácio do Planalto e Antonio Anastasia (PSDB) ao governo mineiro. As referências ao fenômeno surgem na esteira das pesquisas no Estado.

Elas apontam para um interesse de a maioria do eleitor baiano votar em Neto para o governo e Lula para presidente, motivo para que o secretário-geral do União Brasil não queira, no Estado, fechar composição oficial com nenhum dos candidatos à sucessão do presidente Jair Bolsonaro (PL) – a ordem de Neto, como se sabe, é palanque aberto!
Para a ideia dar certo, no entanto, Lula teria que cruzar os braços em relação ao PT baiano, isto é, em relação à campanha do amigo e senador Jaques Wagner, a quem, devido ao grau de intimidade, apelidou de “Galego”. A fim de afirmar que não se trata de nenhum absurdo, os netistas lembram de um episódio ocorrido na Bahia em 2004.
Naquele ano, o candidato do PT a prefeito de Salvador, Nelson Pelegrino, foi ‘cristianizado’ (abandonado) pelo então presidente Lula, que trocou o apoio por ele na capital baiana por uma relação de colaboração com o ex-governador ACM no Senado, cujo candidato à sucessão de Antonio Imbassahy era o então ex-governador César Borges.

Em plena campanha, Pelegrino teve que assistir calado ao noticiário, inclusive da Globo, mostrar Lula e ACM saírem abraçados de um jantar na casa do ex-ministro José Dirceu, responsável pela costura do acordo entre os dois, no que foi interpretado como uma devastadora demonstração de que o PT nacional não acreditava na viabilidade de seu nome.
A partir dali, Lula se negaria até a gravar uma mensagem para o programa de TV do petista, que continuaria tocando uma campanha desacreditada, mais perdido do que cego em tiroteio. O resultado é que ele, numa situação desmoralizadora, e Borges perderiam para o azarão João Henrique, cuja história todo mundo conhece.
É claro que não há parâmetro para que se comparem as figuras de Pelegrino e Wagner, o que é o mesmo que atestar que jamais Lula abandonaria o senador e amigo à própria sorte numa campanha. Mas e se, por acaso, Wagner chegar à conclusão, junto com o ex-presidente, de que nada é mais importante para ambos do que derrotar Bolsonaro? (Fonte: Política Livre)
OPINIÃO DE ZEBRAO

Não acreditamos na possibilidade acima. A união na Bahia do PT com ACM neto, é IMPOSSÍVEL. Apesar de que no dicionário da política, não exista esta palavra. Jaques Wagner não é Pellegrino. A distância do nível de amizade, de cumplicidade de Lula com os dois, é uma distância de Gandu ao Japão.
Não é porque aconteceu no passado, que a dose vai repetir-se. À época, ele Lula, queria paz no Senado. ACM liderava um grande número de senadores. Agora não. ACM Neto lidera quem? O ex-presidente não tem a necessidade no momento, do ex-prefeito.
O futuro a Deus pertence. 2026 poderá ser outra história. Rui Costa será um candidato fortíssimo.
ACM Neto sendo eleito governador, tem que fazer em quatro anos, o que Rui não conseguiu em oito, principalmente na área da segurança.
2022 será cada um para um lado. 2026 também, pois o Partido dos Trabalhadores-PT virá com sede ao pote, querendo recuperar a hegemonia e com um nome forte. O nome de Wagner é um nome desgastado. Temos perguntado diariamente, que os eleitores do PT nos enviem a relação das obras realizadas em Gandu, pelo cachaceiro e irresponsável, quando governou a Bahia por oito anos, infelizmente.
Será que foram tantas obras assim, pois já se passaram mais de 60 dias, e nada de REAL chegou ao nosso conhecimento.

Continuamos a perguntar: QUAIS AS OBRAS REALIZADAS POR JAQUES WAGNER QUANDO GOVERNADOR DA BAHIA POR OITO ANOS, EM GANDU?
JAQUES WAGNER NÃO MERECE O SEU VOTO, POIS NADA FEZ POR GANDU E REGIÃO.
(ANTONIO CARLOS FARIAS NUNES é Bacharel em Administração, Bacharelando em Ciências Políticas, ex-Professor de OSPB e EMC da Escola de 2º. Grau Eliseu Leal, em Gandu)

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