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DESTINO DE MARCELO NILO-PSB PROVOCA DISCUSSÃO ENTRE SANDRO RÉGIS-DEM E ROSEMBERG PINTO-PT / FUNÇÕES DE MARCELO NILO AO LADO DE ACM NETO INCLUIRIAM DE INVIABILIZAÇÃO DE JOÃO ROMA A PONTE COM ELEITORADO LULISTA

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Os líderes da oposição e do governo na Assembleia Legislativa da Bahia (Alba), Sandro Régis (DEM) e Rosemberg Pinto (PT), trocaram farpas, pelo Twitter, na manhã de ontem, quarta-feira (12). Os líderes mostraram posições diferentes sobre especulações e movimentações que dão sinais da saída do deputado federal Marcelo Nilo (PSB) da base de Rui Costa e Jaques Wagner, ambos do PT, para o grupo liderado pelo ex-prefeito de Salvador e pré-candidato do DEM ao governo estadual, ACM Neto.
A provocação começou com o deputado estadual Rosemberg Pinto (PT). “Se meu amigo Marcelo [Nilo] reclama que do nosso lado a chapa majoritária é sempre formada por PT, PSD e PP; se prepara amigo, do lado de lá é sigla única: Neto!”, escreveu o petista. O líder da oposição, Sandro Régis, respondeu com uma serie de tuítes.
“De autoritarismo o PT entende muito bem. Basta ver o atual governador. O amigo deputado Rosemberg esqueceu de combinar com os russos, porque quem acusa o PT de ser autoritário e de não abrir debate são os próprios aliados do grupo petista”, iniciou o democrata.
Nas postagem seguinte, ele rememorou que, “na penúltima eleição de Marcelo Nilo para presidente da Alba, por exemplo, Rosemberg retirou o PT do plenário para não reconhecer a vitória dele. O PT só olha para o próprio umbigo”.
O democrata ainda recomendou cuidado ao colega de Casa “porque ele precisará de muitas desculpas como essa para justificar a debandada de um projeto de governo que colocou a Bahia em primeiro lugar na violência e em último na educação”.
Régis ainda sustentou que há diálogo na construção da chapa e do projeto liderado por Neto. “Inclusive, há interessados em estar na chapa de Neto que hoje estão do outro lado, pelo que se noticia na imprensa”, finalizou. (Fonte: Política Livre)

FUNÇÕES DE MARCELO NILO AO LADO DE ACM NETO INCLUIRIAM DE INVIABILIZAÇÃO DE JOÃO ROMA A PONTE COM ELEITORADO LULISTA

Embora o nome de Marcelo Nilo provoque resistências pontuais em membros de alguns partidos que compõem a base do ex-prefeito ACM Neto (DEM), no círculo íntimo do democrata a avaliação é de que a eventual chegada do deputado federal do PSB no grupo vai cumprir algumas funções consideradas essenciais, motivo porque é abertamente celebrada.
Uma delas é obrigar João Roma a deixar o Republicanos se o ministro da Cidadania quiser, de fato, concorrer ao governo da Bahia, caso, como deseja Neto, o parlamentar hoje governista decida efetivamente deixar o PSB para migrar para a legenda que atualmente tem vários quadros no governo do prefeito Bruno Reis (DEM).
Com Nilo como candidato ao Senado, o Republicanos não poderia se queixar de não estar sendo contemplado na chapa com que o democrata disputará o governo. Nilo também cumprirá um papel imediato e de grande valia eleitoral para o candidato do DEM: repartir seus votos de deputado federal entre candidatos da escolha de Neto.
Os nomes podem estar na base do govenador Rui Costa (PT) hoje. Mas há um terceiro ponto em que a figura de Nilo pode ser bastante explorada na campanha de Neto. Sua ligação histórica com o PT e, naturalmente, o ex-presidente Lula. Nilo sempre sempre fez campanha para o ex-presidente que agora concorrerá de novo à Presidência da República.
Sair por aí, ainda que na chapa de Neto, pedindo votos para o petista de novo não parecerá nada estranho. Em complemento, dará mais uma forcinha na pavimentação de votos do eleitorado que pretende digitar na urna o número do ex-presidente mas acha que o candidato do DEM é a melhor alternativa para votar ao governo. (Fonte: Política Livre)

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