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A VARÍOLA DO MACACO – Pelo Prof. ANTONIO MOREIRA NETO – NETTÃO

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Nos jornais da semana passada, foram divulgados os números de pessoas contaminadas pela varíola do macaco. A população teme uma nova onda pandêmica no mundo, pois assim como a Covid é uma doença desconhecida, sem um tratamento totalmente definido.
Saindo dos limites da África em maio, a varíola dos macacos já se espalhou por 65 países, diz o relatório mais recente da Organização Mundial da Saúde (OMS), da semana passada. No Brasil, já foram contabilizados quase 600 casos (dados baseados na data de fechamento da matéria – 24/07/2022), a maioria em São Paulo. A doença foi descrita assim pela primeira vez porque teve um surto em macacos, que adoeceram assim como nós. Não foram eles que transmitiram a doença para nós”, explica Ana Gorini da Veiga, professora da Universidade Federal de Ciências da Saúde de Porto Alegre. “Ainda não sabemos por que esse surto está mais abrangente. Pode ser por uma maior transmissibilidade do vírus, porque hoje temos maior facilidade de transporte e locomoção de pessoas…”, aponta Ana.

A grande preocupação dos médicos é a dificuldade de diagnóstico, porque o seu quadro é semelhante ao de outras doenças, bem como a variedade de manifestações e as subnotificações. Acredita-se que o período de incubação do vírus é de 5 a 21 dias, sendo os primeiros sintomas: febre, dor de cabeça e de garganta e também no corpo, inchaço dos gânglios e podem aparecer lesões na pele, como erupções. O surgimento de feridas na região genital e perineal tem confundido a infecção com doenças sexualmente transmissíveis, levantando suspeitas de transmissões pelo sexo.
A prevenção tem sido de recomendação parecida com a covid; higienização das mãos e uso de máscara, evitar contato com material que tenha sido usado pelo infectado e contato com o mesmo até as feridas tenham cicatrizado. A vacinação encontra-se em estudo. Alguns países fazem a vacinação com doses para a varíola humana.
Bibliografia: revista istoe; professornettao.blogspot.com.br
*O artigo não reflete necessariamente a opinião do blog (contrariamente aos editoriais, que são a posição oficial)

ANTÔNIO MOREIRA NETO – NETTÃO,
Licenciado em Física pela FACE e Engenheiro Agrônomo pela UFBA. Professor de Física e Química dos Colégios: Durval Libânio, Colégio Santo Antônio e Colégio Nobre.

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