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:: ‘Amaral do Cacau’

CACAU: RESUMO DA SEMANA DE 09 a 13/07/18 – Enviada pelo nosso conceituado leitor Amaral do Cacau

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LUIZ AMARAL Ainda em estado de choque, vendedores foram tomados de surpresa com a queda abrupta nos diferencias incidentes contra a bolsa de NY para formação dos preços internos de cacau. No inicio de maio os indicies se apresentavam por volta de +us$700 e hoje 13/07 foram pagos em média us$250 acima dos indicies NY. Como consequência os preços nominais pagos aos produtores recuaram significativamente, sendo sustentado pela elevação cambial ocorrida nas últimas semanas. As indústrias processadoras alegam possuir estoques confortáveis para moer e seguem firmes recebendo em grandes volumes das mais diversas origens brasileiras. Como tendência os diferenciais poderão ainda recuar ainda mais nos próximos dias.

A safra temporã na Bahia realmente vem acontecendo dentro do que foi projetado, trazendo números consistentes para um incremento superior a 100% em relação ao ano anterior. No Pará a colheita se mantém superando as expectativas dos produtores e comerciantes locais. Estima-se que as entradas ainda não atingiram 40% do total geral brasileiro a ser recebido por processadores locais.

Por outro lado as incertezas crescem para safra principal. Devido ao grande volume ainda existente nas arvores, pode-se notar até o momento uma inibição natural da floração para formação dos frutos para serem colhidos entre outubro e abril do próximo ano.

Os mercados Londres e NY se comportaram dentro do quadro de estabilidade em relação as semanas anteriores. Alguns movimentos especulativos aconteceram dentro do esperado.

Chuvas torrenciais caíram nas zonas de plantações de cacau africanas, causando transtornos momentâneos de colheita, porem animando bastante a todos para nova temporada que se iniciará em outubro próximo. Alguns analistas apontam tendência negativa nas bolsas alegando que os números das entradas africanas acenam para um crescimento expressivo, mesmo com as especulações voltadas para efeito el ñino, previsto para acontecer no continente africano entre janeiro e março 2019.

Muitas especulações sobre os resultados das moagens que serão divulgados nos próximos dias. Em pesquisas recentes realizadas pela bloomberg apontam extraoficialmente um crescimento de 2,5% para Europa e 0,5% para América. Hoje foi divulgado o numero do processamento de cacau realizado na Malásia, que apresentou número bastante otimista de um crescimento, em torno de 17,2% no trimestre comparados com o mesmo período do ano anterior. Lembrando que a Malásia representa 25% das moagens asiáticas.

A Barry Callebaut, maior processadora de cacau do mundo, divulgou na semana o crescimento global nas vendas, na ordem de 8% no semestre comparados com o anterior. A empresa relata que os mercados emergentes são os grandes responsáveis por elevar de demanda por produtos de cacau.

Os números otimistas poderão trazer ao mercado nos próximos dias grande pressão especulativa, podendo ocorrer movimentos bruscos em ambos os sentidos.

NY ice setembro oscilou no período entre a mínima de Us $2,421 e a máxima de Us $2,518 e encerrou a Us $2,506 / ton.

Na Bahia os preços pagos ao produtor em arrobas oscilaram entre R$152,00 e R$157,00.

(Enviada pelo nosso conceituado leitor Amaral do Cacau)
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MARICAU.

CACAU: RESUMO DA SEMANA DE 02 a 06/07/18 – Enviada pelo nosso conceituado leitor Amaral do Cacau

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LUIZ AMARAL Ainda permanecem firmes os altos níveis de flutuação do mercado em Londres e NY. Investidores continuam exercendo pressão especulativa nas compras e vendas em grandes volumes diários.

Durante a semana fontes ligadas a Cocobod divulgaram noticias sobre a possível queda de 12% produção de cacau Gana em relação ao ano anterior. A baixa poderá representar um numero próximo de cem mil toneladas.

Em Camarões, produtores fogem das zonas de produção motivados por conflitos cíveis que se alongaram na ultima semana. O confronto se estende entre as forças do governo e um movimento que quer a independência dos territórios de língua inglesa. Segundo fontes do governo, poderão acontecer baixas significativas na produção de cacau do país.

Apesar da existência de notícias que até poderiam impactar positivamente nos níveis das bolsas, vale lembrar que a elevação expressiva do número de investidores no commoditie cacau, estabeleceu um novo prisma para determinar previsões de tendências, além deixar o mercado cada vez mais vulnerável a movimentos bruscos acima e abaixo.

NY ice setembro oscilou no período entre Us $2,415 mínima, Us $2,536 máxima e encerrou a Us $2,480 / ton.

As indústrias processadoras mostram sinais claros de abastecimento. As entradas de amêndoas permanecem crescendo a cada semana garantindo o fluxo de produção e o blend com os volumes importados da África. Fontes de prospecção de safra garantem que poderemos ver o fluxo temporão Bahia estimado em 100% maior que do ano anterior.

Como previsto as entradas do Pará aumentaram em mais de 30% em relação as semanas anteriores. Fontes informam que a safra está a todo vapor e deverá ser a maior dos últimos cinco anos.

Mediante esse cenário os diferenciais recuaram bastante nos últimos dias. Atualmente estão sendo pagos ao produtor us $280 e entre us $350 e us$380 entre empresas. Lembrando que os diffs estavam a us$700 há 45 dias atrás. Vale lembrar que esses números ainda poderão reduzir significativamente nos próximos dias. Além da normalidade climática, a elevação progressiva do dólar frente ao real também pode ser um ingrediente motivador para retirada dos diferenciais, devido causar um efeito de manutenção dos preços nominais em reais que estão sendo pagos atualmente ao produtor.

Na Bahia os preços pagos ao produtor em arrobas oscilaram entre R$155,00 e R$162,00.

(Matéria enviada pelo nosso colaborador Amaral do Cacau)
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MARICAU.

CACAU: RESUMO DA SEMANA DE 18 a 22/06/18 – Enviada pelo nosso conceituado leitor Amaral do Cacau

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LUIZ AMARAL Mais uma vez o mercado mostrou-se estar à deriva. Mesmo diante de noticias que reforçaram a perspectiva do fenômeno climático El Niño em terras africanas, os investidores permanecem mantendo o viés acelerado para os dois sentidos. Analistas comentam que existe de fato um forte interesse deles em realizar grandes movimentações para gerar resultados financeiros. “Isso é bem característico desse momento de incertezas, onde ainda não sabemos ao certo qual será o número final da safra mundial em curso e muito menos a nova safra africana”, comentou um trader americano, dizendo que somente poderemos ter uma maior percepção desses números nos meados do mês de Julho e afirma com segurança que a bola de vez nas bolsas, chama-se especulação.

A Costa do Marfim reduziu oferta de grãos e forçou compradores a buscar suprimentos diretamente nas bolsas, assim com em outras origens com qualidade inferior. Essa retração na oferta no país elevou os diferenciais em 15% nos últimos dias chegando próximo de us$145 / mtrs, conforme informação da bloomberg. Ainda na Costa do Marfim, chuvas voltaram a cair em grande intensidade, provocando inundações e 19 mortes. O serviço de meteorologia a africana garante que as fortes precipitações deverão se manter durante dois meses seguintes.

NY ice Setembro oscilou entre Us $2,442 e Us $2,557 e encerrou a Us $2,509 / ton.

Realmente muito animador o quadro de entradas nas Indústrias processadoras de Ilhéus/ba. Até o inicio da semana as entradas já ultrapassavam 400 mil sacas comparados com 170 mil no mesmo período do ano anterior. Alguns técnicos especialistas em contagem de safra comentam que ainda não entraram sequer 30% da safra temporã e apostam em mais de 1,1 milhão de sacas contra 600 mil do ano anterior. Isso valendo para todo território nacional.

As indústrias permanecem brigando para formação de estoques e mantendo os diferenciais acima de Us$580 para comerciantes e Us$490 para produtores. Comparando com os níveis pagos na Costa do Marfim, podemos afirmar seguramente que o cacau brasileiro atualmente é disparado o mais valioso do mundo. Importante lembrar que o cacau bulk marfinense está há mil anos luz à frente do nosso, com referencia a qualidade das amêndoas.

Confirmando a tendência a Nestlé lançou em Portugal a sua linha de chocolates trazendo traços de origem. O forte movimento mundial por alimentos saudáveis atrai consistentemente grandes chocolateiros a inserir produtos mais elaborados em seus portfólios. Naturalmente esse movimento se estenderá inicialmente na Europa e nos USA onde se encontram os consumidores mais exigentes. Certamente muito em breve os bravos chocolateiros Bean to Bar Brasil estarão convivendo com a concorrência dos gigantes chocolateiros.

Na Bahia os preços pagos ao produtor em arrobas oscilaram entre R$160,00 e R$167,00.

(Enviada pelo nosso conceituado leitor Amaral do Cacau)
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MARICAU.

CACAU: RESUMO DA SEMANA DE 04 A 08 DE JUNHO DE 2018 – Enviado por Amaral do Cacau

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LUIZ AMARAL Apesar do grande número de apostas indicando que o mercado poderia seguir firme na tendência que vinha realizando, as bolsas esboçando movimento rebuscado surpreendeu a todos elevando substancialmente o nível na última sessão. A explicação para esse fato reside principalmente em notícias fundamentais de um sentimento nacionalista que vem aguçando nos principais países africanos. Alegam que apesar de entregarem mais de 70% de todo cacau do planeta, participam apenas de 5% do faturamento global do negócio e reagem prometendo que adotar medidas protecionistas para beneficiar a cadeia produtiva local.

Alguns especialistas comentam que ainda existe uma ponta firme de sobre compra nas bolsas, podendo o mercado sofrer ajustes negativos.

O cambio disparou e ajudou a conter as baixas no preço em reais do cacau pago ao produtor local. Analistas afirmaram que no curto prazo poderemos ver o dólar valendo fácil acima dos R$4,00, visto as incertezas político econômicas que estamos atravessando e uma possível elevação na taxa de juros nos EUA. Comentam que essa taxa poderá ultrapassar a casa de 6% aa.

Outro fato novo que ocorre no mercado de cacau e vem causando sérias preocupações aos operadores tradicionais das bolsas, são os tais novos participantes ou investidores de ocasião. De perfil arrojado compram e vendem grandes volumes mediante informações e até mesmo por intuição. “Basta possuir um teclado de computador e dinheiro na conta para realizar transações nas bolsas”, comentou um renomado trader americano, alegando que estamos perdendo o controle dos movimentos relacionados ao commoditie cacau. Antes podíamos dimensionar volumes de compras e vendas, enquanto que atualmente já não temos mais como fazer estimativas nesse campo. Enfim, teremos que nos acostumar a conviver com movimentos extremos nos dois sentidos.

NY ice Julho oscilou entre Us $2,443 e Us $2,262 e encerrou a Us $2,375 / ton.

Conforme previsto as entradas de cacau no Brasil permanecem em franco crescimento. Grande movimentação na chegada de amêndoas às indústrias já começam a refletir nos diferenciais de preço contra NY que recuaram us$100 na semana. Alguns especialistas comentam que logo veremos as processadoras operando níveis normais de prêmios. Na média ficaram em us$600 entre empresas e us$480 ao produtor.

O clima predominantemente chuvoso e bastante úmido, porem com frequentes ocorrências de dias quentes, proporcionam um ambiente extremante favorável para o desenvolvimento dos frutos. Esse cenário prevalece em todas as áreas de cultivo do Brasil.

Durante a semana CEPLAC Bahia foi palco de um importante debate promovido pelo MAPA para definir um novo modelo operacional da entidade. Na oportunidade, além de representantes da ceplac e do MAPA, estiveram presentes dirigentes de classe, autoridades locais e produtores de cacau.

Na Bahia os preços pagos ao produtor em arrobas oscilaram entre R$158,00 e R$165,00. (Enviada pelo nosso conceituado leitor Amaral do Cacau)
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MARICAU.

CACAU: RESUMO DA SEMANA DE 21 A 25 DE MAIO DE 2018 – Enviado pelo nosso conceituado leitor Amaral do Cacau

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LUIZ AMARAL Conforme previsto, as bolsas responderam ao comando de ajuste de arbitragem entre Londres e NY. Normalmente Londres opera com leves indicies a frente e ultimamente verificou-se uma extensa inversão, chegando a mais de mais de Us$300 a favor de NY. A Bolha especulativa desencadeada nos últimos meses projetou investidores ao limite record de compras short registrado desde 2014. A queda que vinha sendo prospectada aconteceu também motivada por notícias de uma melhora acentuada nas chegadas de cacau nos portos africanos. A Costa do Marfim, principal produtor de amêndoas do mundo entregou entre outubro/17 e maio/18, cerca de 1.63 mi de toneladas contra 1,33 mi tons no mesmo período anterior, conforme informações da bloomberg. Os números divulgados traduziram a possibilidade do numero de safra atual não apresentar-se em níveis muito inferiores ao da anterior, segundo previsto. Outra informação relevante no mercado refere-se a uma provável estabilidade de consumo. Os rations dos derivados estão mostrando uma redução gradual, principalmente na Europa onde se registra o maior consumo de produtos do mundo. o produto que mais se ajusta é a manteiga de cacau. Cotada a 3,2 no inicio do ano já pode ser comprada a 2,8 em algumas origens.

NY ice Julho oscilou entre Us $2,687 e Us $2,557 e encerrou a Us $2,561 / ton.

O Clima permanece mantendo as condições de desenvolvimento da boa safra na Bahia. As entradas na semana foram comprometidas com a greve dos caminhoneiros, deixando as indústrias processadoras ainda mais desabastecidas de cacau brasileiro. Mesmo que esse quadro permaneça, os diferenciais já estão sendo lentamente reduzidos, podendo vir a níveis inferiores aos atuais praticados nas próximas semanas.

No Pará a colheita da safra temporã estará se intensificando nos próximos dias. Dentro de mais algumas semanas podemos verificar uma elevação significativa no fluxo de amêndoas destinadas para as indústrias processadoras na Bahia. Embora haja registros de focos de fungos, como podridão parda e vassoura-de-bruxa, o numero de safra não será afetada por estar apresentando um grande volume de frutificação. Comenta-se ser essa a maior safra dos últimos cinco anos no estado.

O segmento de chocolates bean to bar brasileiro segue em velocidade. Durante o período foi apresentado pela marca ESPÍRITO CACAU no ES o chocolate zero: açúcar, glúten e lactose. O lançamento visa promover ao consumidor final a experiência de ingerir um produto elaborado com extrema qualidade e atributos saudáveis, conforme tendência global de alimentos.

Com mais de 50 marcas no Brasil o segmento do cacau ao chocolate aponta cada vez mais para horizontes de êxito e susesso.

Na Bahia os preços pagos ao produtor em arrobas oscilaram entre R$167,00 e R$180,00.

(Enviada pelo nosso conceituado leitor Amaral do Cacau)
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MARICAU.

CACAU: RESUMO DA SEMANA DE 14 A 18/05/18 – Enviada pelo nosso conceituado leitor Amaral do Cacau

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LUIZ AMARAL Embora existam fundamentos firmes que possam alimentar movimentos altistas, as bolsas durante a semana conviveram com vendas em massa. Além da sobre compra, que pode ser o maior ingrediente para as liquidações, a redução dos níveis pode estar relacionada com a arbitragem entre Londres e NY, ou seja, havia uma grande diferença de preços entre as duas bolsas o que foi ajustado parcialmente no período. A alta nos juros na economia dos EUA também influenciou nas baixas, empurrando fundos para migrar recursos em aplicações nas letras do tesouro americano.

Segundo informações da Bloomberg, o governo da Costa do Marfim estaria auditando cooperativas e exportadores devido a problemas de gestão incompetente, o que causou um elevado indicie de inadimplência junto a clientes internacionais na safra anterior. Segundo informações seguras, os governos dos dois principais produtores mundiais de cacau comercializaram volumes que poderiam estar acima da capacidade de entrega da coheita atual em curso.

NY ice Julho oscilou entre Us $2,632 e Us $2,763 e encerrou o período a Us $2,672 / ton.

O cambio vem extrapolando a media dos últimos meses, e permanece em escalada de elevação. Especialistas afirmam que não existem razões para ver o valor dólar recuar frente ao real, enquanto for mantida a política de juros do governo americano. A moeda fechou a semana valendo R$3,74, valorizando a formação dos preços de cacau ao produtor. Por outro lado, os valores insumos agrícolas necessários, elevam na mesma proporção. Espera-se para esse ano um consumo de fertilizantes nas lavouras de cacau seja muito superior à média dos últimos três anos.

O fluxo de entradas na Bahia permanece abaixo do ano anterior. Foram registradas 18.464 contra 37.442 em 2017. Segundo informações que chegam do campo, as chuvas estão atrapalhando as colheitas e retardando as saídas nas fazendas. Nos outros estados, mais que dobraram em relação à mesma semana do ano anterior. Chegaram para indústrias processadoras de Ilhéus, 14.636 sacas provenientes de Pará, Espírito Santo e Rondônia, contra 7.636 no mesmo período em 2017. O baixo fluxo de amêndoas registrados até o momento, deverá forçar a manutenção dos diferenciais em +us$700 entre empresas e +us$550 para produtores, até que elevem as entradas da safra temporã. Acreditamos que isso deverá ocorrer após a segunda quinzena do mês de junho próximo.

Na Bahia os preços pagos ao produtor em arrobas oscilaram entre R$173,00 e R$180,00.

(Enviada pelo nosso conceituado leitor Amaral do Cacau)
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MARICAU.

CACAU: RESUMO DA SEMANA DE 07 A 11/05/18 – Enviada pelo nosso conceituado leitor Amaral do Cacau

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LUIZ AMARAL Movimentos extremos marcaram a semana. Ainda que sobre comprado o mercado resiste bravamente a uma forte queda, como apontado na linha de tendência. Os números referentes as chegada aos portos de São Pedro na Costa do Marfim e Takoradi Gana, continuaram reduzidos em relação à safra anterior. Previsões apontam que a safra africana será realmente inferior e muito dificilmente veremos mudanças nessa estimativa. O olhar dos investidores começa apontar para próxima safra. Informações como a possível instalação do fenômeno El niño em terrenos africanos, poderão mudar a tendência e empurrar os níveis para cima. Outra preocupação eminente é o aumento da presença de doenças fúngicas, principalmente nas lavouras marfinenses e camaronesas. Empresas chocolateiras como a MARS continuam investindo pesado em pesquisas sobre genética das plantas, no intuito de conter a propagação dos fungos, conforme anunciado na ultima conferencia mundial do cacau em Berlim.

NY ice Julho oscilou entre Us $2,691 e Us $2,859 e encerrou a Us $2,803 / ton.

Os aumentos contínuos do dólar colaboram bastante para uma melhor formação do preço interno ao produtor. Durante a semana atingiu a casa de R$3,60. Entre janeiro e maio o a moeda americana valorizou em média 12,5% frente ao real.

O clima permanece perfeito nas áreas de plantação de cacau na Bahia. Com a trégua das chuvas na semana, pôde-se notar uma crescente movimentação de entradas nas moageiras em Ilhéus. Para os próximos dias esse movimento estará ainda mais intensificado. Mesmo diante desse cenário, permanece firme a briga por aquisição de amêndoas da nova safra entre os compradores. Os diferenciais estão sendo pagos em média sobre NY em +Us $680 para comerciantes e +Us $550 produtores. A manutenção dos prêmios dar-se em razão da necessidade de formação de estoques nos armazéns das moageiras. Atualmente possuem grande volume de amêndoas africanas e necessitam de cacau brasileiro para realização dos blendes para produzir derivados. Certamente, assim que normalizarem as entradas os prêmios internos remunerados sobre NY deverão retornar aos patamares normais.

No Pará a safra encontra-se em movimentos firmes de colheita. Segundo informações de especialistas locais, essa pode ser a melhor frutificação vista em arvores nos últimos cinco anos. Relatam também, que uma forte onda de Vassoura-de-Bruxa e podridão parda, poderão reduzir os números previstos em prospecções recentes. Mesmo assim, apresentará um numero bastante superior ao da safra 17/18 encerrada recentemente.

Segundo fontes seguras do mercado a safra temporã brasileira deverá fechar acima de 1 milhão de sacas contra 600 mil do ano anterior, gerando um acréscimo aproximado de 67%.

Na Bahia os preços pagos ao produtor em arrobas oscilaram entre R$170,00 e R$180,00.

(Enviado pelo nosso conceituado leitor Amaral do Cacau)
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MARICAU.

CACAU: RESUMO DA SEMANA DE 30/04 a 04/05/18 – Enviada pelo nosso conceituado leitor Amaral do Cacau

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LUIZ AMARAL Mercado apresenta sinais de exaustão e cenário de liquidações prevalece como tendência.

Mesmo sustentado em linhas fundamentais consistentes, tais como, a perspectiva de redução da safra principal africana e o aumento das moagens internacionais, o mercado no momento imprime um alto nível de volatilidade levando aos investidores e analistas a sensação de fragilidade. Noticias chegam da África e relatam que o Ecobank estaria negando financiamento aos produtores da costa do Marfim e poderia gerar reflexos negativos na frente. O Euro e a Libra mostraram-se mais estáveis, freando o forte movimento de baixa que vinha sofrendo. Chuvas voltaram a cair com maior intensidade nas lavouras africanas, acalmando àqueles que estariam apostando no caos. Durante a semana NY atingiu novamente a casa dos us $2,900 e recuou rapidamente. ”Poderemos estar ingressando em um novo momento”, relatou um analista referindo-se a resistência apresentada em quebrar a barreira existente.

O mercado Ny oscilou durante a semana entre us $ 2,775 e us$2,901 e fechou a us $2,777 / ton.

Chuvas na Bahia permanecem chegando em grandes volumes. Fatos como esses provocam o retardamento das entradas, porém vão garantindo a umidade dos solos. No Pará, onde prospecta-se uma safra avantajada, as lavouras começaram apresentar um elevado indicie de podridão parda. “Nada que venha preocupar na redução dos volumes”, relatou um experiente trader de uma multinacional, confirmando que os números serão realmente acima do esperado.

Diante do cenário complicado que vem enfrentando, devido à escassez de amêndoas, as indústrias processadoras anunciaram a chegada de um primeiro lote de cacau importado em setembro próximo. O lote será procedente da Costa do Marfim que volta a fornecer suprimentos depois de um longo período de proibição, devido apresentação de vestígios de contaminação por insetos. Diferente de anos anteriores, onde as importações começam a migrar a partir de janeiro, nesse exercício as entradas serão antecipadas por uma ação preventiva contra uma possível falta de matéria prima no mercado interno, na safra principal.

Os prêmios pagos por compradores, ainda permanecem elevados. Por volta de +us$700 a comerciantes e Us$550 para produtores.

Na Bahia os preços pagos ao produtor em arrobas oscilaram entre R$170,00 e R$183,00.

(Enviado pelo nosso conceituado leitor Amaral do Cacau)
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MARICAU.

CACAU: RESUMO DA SEMANA DE 23 a 27/04/18 – Enviado pelo nosso leitor Amaral do Cacau

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LUIZ AMARAL Em clima de extenso nervosismo o mercado expressou grande movimentação no período. Durante a convenção mundial 2018 da World Cocoa Fundation em Berlim, foram divulgadas informações consistentes, relatando a possibilidade de um déficit global d a produção de cacau. A notícia partiu do líder de uma das mais importantes processadoras do mundo e foi reforçada com a divulgação do relatório do Ekobank, que garante a redução de 5,5% da safra. As bolsas por sua vez, reagiram mais um rally e chegaram acima de us$2,900 / ton. Naturalmente, atraíram liquidações e desabaram para os níveis anteriores. O movimento da semana foi muito parecido com o acontecido na anterior e deixa sinais consistentes de que poderemos conviver no médio prazo, com níveis mais elevados ainda que os atuais registrados nas bolsas.

Na África, em diversas regiões as chuvas chegam em boa intensidade. Apesar de regulares não irão interceder para safra principal que será colhida entre maio e setembro/18 e projeta números pessimistas em consequência da seca registrada nos últimos meses.

NY variou no período entre us$2,742 e us$2,929 e encerrou a semana em us$2,829/ton.

Na Bahia, durante a semana o preço do cacau atingiu marca record de R$180,00 por arroba. Esse foi o maior valor nominal pago ao produtor durante toda era do real. Fatos como esse, deixaram os agricultores ainda mais animados. Muitos já iniciaram a colheita mesmo que ainda em pequenos volumes. As chuvas e temperaturas continuam harmônicas. Segundo técnicos especialistas em prospecção de safra, poderemos estabelecer números surpreendentes nesse ano.

As indústrias processadoras aceleram na tentativa de ampliar os indicies de acesso direto ao produtor. Poderemos ver em breves dias a abertura de novas filiais de compras, como visto no passado. A ideia de expansão será estimulada pela saída de alguns players que vinham operando grandes volumes na atividade intermediária de aquisição de amêndoas.

Os prêmios pagos a produtores e intermediários ainda permanecem elevados, porem diante da melhoria nas entradas e elevação do mercado, poderão recuar lentamente.

Produtores de cacau baianos permanecem firmes na tentativa definir os candidatos às próximas eleições para às câmaras estadual e federal. Alguns nomes começam a ser lançados, porém, a grande maioria dos fazendeiros clama por consenso e não por retaliações. Segundo alguns líderes do movimento, o modelo ideal seria de apenas um candidato a cada cadeira e não vários como estão se apresentando. As definições finais deverão se concretizar nos próximos dias.

Na Bahia os preços pagos ao produtor em arrobas oscilaram entre R$170,00 e R$180,00. (Enviada pelo nosso conceituado leitor Amaral do Cacau)
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MARICAU.

CACAU: RESUMO DA SEMANA DE 16 A 20/04/2018 – Enviado pelo nosso conceituado leitor Amaral do Cacau

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LUIZ AMARAL Uma intensa movimentação foi registrada nas bolsas durante a semana. Logo no inicio foram divulgadas noticias positivas nas moagens asiática e europeia 7,2% e 55% respectivamente. Rapidamente o mercado respondeu em um rally que elevou NY para cima de us$2,800 / ton, apresentando um ganho real de mais de 4,8% em dois dias. Nesse momento, traders ao redor do negócio, comentaram que foi o talvez um dos maiores níveis de compra short registrado no mercado de cacau. Havia mais de 40.000 lotes sendo especulados. No final do período foram anunciados os indicies norte americano de processamento de cacau que fechou em -1,14% comparados com o mesmo período do ano anterior. Embora tenha se mostrado um pouco abaixo do previsto, se transformou na gota d´água para ver os fundos realizando lucros das posições compradas e consequentemente trazer as bolsas para níveis próximos dos praticados nos ultimas dias. A grande dúvida que paira o mercado reside na consistência ou não dos fatos que estimularam a puxada de mais de 30% nos primeiros meses do ano. Alguns analistas afirmam que o consumo crescente de produtos de cacau, poderá manter a motivação dos compradores da commoditie. Outros insistem na manutenção do superávit mundial de amêndoas, alegando que a produção não será afetada aos níveis que muitos especulam atualmente.

Embora prevaleçam as duvidas, acreditamos que estamos diante de um novo momento, onde poderemos conviver com altos e baixos nas bolsas, porém dentro uma caminhada lentamente ascendente. Fatos como: A ausência de chuvas na África, que prejudicaram a formação da safra principal e os indicies animadores de crescimento que se apresentam no mercado consumidor de derivados de cacau na Ásia, poderão trazer o suporte necessário para consolidar essa tese.

NY encerrou a semana a us$2,729 / ton e variou no período entre us$2,691 e us$2825 / ton.

As entradas no Brasil ainda permanecem lentas, mantendo a baixo fluxo de negócios entre players locais. OS diferencias praticados estão sendo mantidos acima de us$680 sobre NY entre empresa comerciais e us$550 ao Produtor. Durante a semana o preço nominal de uma arroba de cacau atingiu R$170,00, animando bastante todos os participantes do setor primário.

Técnicos de campo mostram-se cada vez mais otimistas para a colheita do temporão. No Pará, afirmam que essa poderá ser a maior dos últimos cinco anos. No geral, os números da nova safra são ainda inconsistentes diante da possibilidade de ataque de pragas e fungos, porém, todos são unanimes para uma elevação média de 50% em relação às safras catastróficas 2016 / 2017.

Na Bahia os preços pagos ao produtor em arrobas oscilaram entre R$160,00 e R$172,00.

(Enviada pelo nosso conceituado leitor Amaral do Cacau)
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CACAU: RESUMO DA SEMANA DE 09 A 13/04/18 – Enviado pelo nosso conceituado leitor Amaral do Cacau

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cacau Os números de processamento divulgados na semana, mantiveram o clima de otimismo que se estabeleceu no mercado de cacau, desde o início do ano. Na Ásia, como previsto por muitos, se elevou 8,2% no Q1 18 frente a Q1 17 e vem se consolidando como o mais atraente para os investidores do setor. O crescimento do desempenho de demanda asiática, apresenta indicies significativamente superiores aos outros mercados consumidores. Vários traders apontam que muito em breve, estas informações deverão consolidar-se em tendência firme para provocar ainda maiores movimentos compradores nas bolsas.

Na Europa, os volumes de moagens cresceram 3,4% no primeiro trimestre em relação ao mesmo período de 2017, considerada a maior dos últimos seis anos. Nos EUA o registro de aumento foi menor, porém positivo em 1,4%.

Outro registro animador reside nas vendas de derivados de cacau. A Nielsen, maior empresa de pesquisa do mercado de alimentos do mundo, divulgou um crescimento de 2,5% entre agosto 17 e janeiro18. A gigante Barry Callebaut, apontou uma elevação de 8% no período mencionado. Estima-se que o setor deverá crescer 2% esse ano.

Chuvas em baixa intensidade continuam mantendo o clima de incertezas para prever os números da colheita africana. A safra principal de cacau começa a ser colhida em maio. Embora vários analistas acreditem em uma pequena queda, alguns pesquisadores de campo contrariam essas afirmações. “As chuvas que caem no momento, são insuficientes e os números poderão estar próximos 15% abaixo da ultima temporada”, relatou um funcionário de campo de uma multinacional em Gana em conversa com mercadodocacau.

Na próxima semana as bolsas passarão a operar como referência a base Julho 18. NY ice Jul 18 fechou a semana a US $2576 / ton.

As indústrias locais permanecem remunerando prêmios sobre NY acima da média dos últimos anos, para produtores e comerciantes. Embora as entradas comecem a emitir sinais de crescimento, ainda pode-se notar um quadro evidente de disputa acirrada por aquisição de amêndoas nacionais, entre eles. Os níveis praticados estiveram entre US $550 ao produtor e US $700 para intermediários. À medida que as colheitas da safra temporã se intensificar, os diferenciais deverão ser gradativamente reduzidos.

Na Bahia os preços pagos ao produtor em arrobas oscilaram entre R$150,00 e R$155,00.

(Matéria enviada pelo nosso colaborador e conceituado leitor Amaral do Cacau)
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CACAU: RESUMO DA SEMANA DE 26 a 30/03/18 – Enviado pelo nosso conceituado leitor Amaral do Cacau

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LUIZ AMARAL Conforme esperado as bolsas sinalizaram exaustão e logo no início da semana desencadeou uma forte movimentação de vendas das posições compradas. Por outro lado circularam noticias de elevação de consumo na Ásia, mais especificamente na China que adquiriu 13.594 tons de derivados de cacau entre Janeiro e fevereiro/18. O número anunciado representa um crescimento em torno de 124%, comparados com o mesmo período de 2017.

Apesar das chuvas que caíram em boa intensidade, a CCC na Costa do Marfim, manteve o posicionamento para a safra atual, que poderá ser inferior às duas últimas anteriores. Fatos como esses, estabilizaram os movimentos nas bolsas, levando investidores a ampliar o campo de observação dos fatos interferentes no negócio. Nas próximas sessões poderemos observar linhas firmes de definições, principalmente após a divulgação das moagens mundiais do Q1 18 (jan a mar), que se encerra em 31/03. Os números que serão anunciados, certamente influenciarão fortemente na liha de tendência para os próximos meses.

Costa do Marfim e Gana ainda não definiram o novo preço mínimo do cacau que será pago aos produtores ainda nessa temporada. O cenário de insatisfação permanece evidente diante das expectativas negativas levantadas pelos fazendeiros das duas nações. Atualmente os valores remunerados são insuficientes para aquisição dos insumos, necessários para realização da manutenção nas lavouras. Estabelecendo esse quadro, a produção africana poderá sofrer baixas nas próximas colheitas.

No Brasil o setor comemora as boas noticias vindas da Páscoa. Analistas afirmam que essa será a melhor dos últimos quatro anos. O ajuste negativo verificado nos preços dos ovos, contribuiu bastante para elevar o crescimento do consumo de chocolates na temporada. Comenta-se que a redução média foi de 8%.

Chuvas em abundancia continuam caindo nas lavouras de cacau da Bahia. Apesar de algumas indefinições a nova safra temporã continua sendo prospectada com números positivos em relação a anterior. Técnicos afirmam que as lavouras baianas poderão crescer em torno 25%. No Pará, Rondônia e Espirito Santo as expectativas de crescimento da colheita, estão ainda mais elevadas, podendo chegar a 50% a mais que o temporão 2017.

Os estoques de cacau Brasil nas indústrias processadoras de Ilhéus permanecem baixos. Por essa razão os prêmios mantiveram-se em viés de elevação. Durante o período oscilaram entre us$650.00 e us$700.00 nas transações entre empresas e us$550.00 em média ao produtor. Bahia: Preços pagos ao produtor na semana oscilaram entre R$145,00 / R$150,00 por arroba.

(Enviado pelo nosso conceituado leitor Amaral do Cacau)
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grande encontro ilheus ba
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Reunindo grandes vozes da música popular brasileira o Grande Encontro chega a Ilhéus-BA para comemorar os 20 anos do projeto. Elba Ramalho, Alceu Valença e Geraldo Azevedo prometem um grande espetáculo. Não fique de fora e faça parte dessa noite inesquecível.

Mais informações AQUI.
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CACAU: RESUMO DA SEMANA DE 19 a 23/03/18 – Enviada pelo nosso conceituado leitor Amaral do Cacau

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LUIZ AMARAL Números pessimistas da safra africana animaram compradores a realizar grandes volumes nas bolsas e mercado ganhou ainda mais força.

Desde que foram anunciadas as perspectivas negativas relevantes dos números da safra de cacau em curso dos principais países da África, foi retomada definitivamente a confiança dos investidores para avançar em maiores volumes de compras. Analistas apostam que poderá haver uma redução mundial entre a temporada passada e a atual de mais de 500 mil toneladas. Diante desse quadro, poderemos incidir em reversão da condição superavitária dos estoques mundiais em déficit. Sendo assim, muito possivelmente continuaremos a conviver com movimentos altistas nas bolsas, podendo o mercado sofrer ainda elevações em níveis consideráveis daqui por diante.

Apesar da onda de otimismo, suportada por fundamentos consistentes, importante estar atentos ao elevado grau de sobre compra que se encontra o mercado. Entre o período de 02/01 e 23/03/18, NY foram registrados ganhos em torno de 43%. Entendemos que esse é nível extremamente atraente para realização de lucros.
NY Ice mar18 operou no período entre us$2,449 e us$2,635 / ton, que também foi a máxima da semana.

Os tramites burocráticos causados por mudanças e procedimentos para desembarcar o cacau importado de Gana no porto de Ilhéus, poderão levar as indústrias a ampliar a briga interna para adquirir amêndoas. O Procedimento elevou consideravelmente os custos logísticos, além de ampliar a possibilidade de risco de recusas, devido a maior rigidez impostas nas análises dos lotes. Nesse momento os estoques de cacau Brasil nas moageiras, encontram-se quase zerados, elevando ainda mais os prêmios para compra sobre NY, provocando nova quebra de record. Na semana foram realizados negociações entre empresas com ágio em torno de +us$700 e ao produtor foram remunerados por volta de +us$600. Certamente durante os próximos 40 dias, até a entrada dos primeiros lotes da nova safra temporã esse cenário deverá manter-se movimentado.

A Dengo chocolates recebeu premiação por elaborar o melhor Ovo de Páscoa na categoria cacau de origem no importante concurso “Paladar”, publicado pelo Estadão. A autora da obra prima é a chocolatier Luciana Lobo. Ponto para a produção do cacau sustentável brasileira. Parabéns a todos que participam da cadeia produtiva Dengo.

Na Bahia durante o período foram pagos ao produtor entre R$ 140,00 eR$ 150,00. (Enviada pelo nosso conceituado leitor Amaral do Cacau)
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CACAU: RESUMO DA SEMANA DE 12 a 16/03/18 – Enviado pelo nosso conceituado leitor Amaral do Cacau

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LUIZ AMARAL Permanecem firmes as especulações de que o mercado do cacau continue a escalar patamares ainda maiores dos atuais. Nem mesmo os números divulgados durante a semana pela ICCO – Organização internacional do cacau, conseguiram influenciar investidores a liquidar posições compradas. A ICCO afirmou que apesar das interferências climáticas que ocorrem na temporada, ainda teremos um excedente mundial na produção de cacau, em torno de 105 mil toneladas. Estimaram que a safra da Costa do Marfim, deverá girar por volta de 2 milhões e Gana com 900 mil toneladas. Estudos recentes realizados por órgãos especializados dos governos dos países citados, contradizem as informações e apontam 1,8 mil e 700 mil toneladas, respectivamente. Notícias originadas de fontes ligadas a CCC – Cocoa and Coffee Coucil, relatam que serão encerrados alguns dos mais importantes programas direcionados para incrementar a produção na Costa do Marfim. Em Gana também persistem os impasses entre governo e agricultores, referentes aos baixos preços remunerados por conta dos volumes produzidos. Fatos como esses, deixam patentes que poderemos ter um cenário de produção ainda mais complicado para as próximas safras.

NY variou durante o período entre Us$ 2452 e us$2582 encerrando a us$2,524 / ton.

Em momento de entressafra plena, permanece o clima de desespero entre processadores de cacau no Brasil / Bahia. Operando com estoques pra lá reduzidos pagam prêmios sobrenaturais para adquirir amêndoas brasileiras. Outro problema que atravessam atualmente reside na normativa que alterou os procedimentos de fiscalização fitossanitária, para aprovação da entrada dos lotes de cacau que chegam de origens africanas. A mudança de procedimentos retardou o desembarque das 18,5 mil toneladas ou 308 mil sacas de cacau, que vieram de Gana para compor os estoques das indústrias. A mudança garante minimizar os riscos de entradas de pragas e doenças desconhecidas que poderão afetar as lavouras nacionais. Por outro lado, os processadores assimilaram um novo custo representativo ao descarregar e armazenar no porto de Ilhéus todo volume que desembarca. Para liberação dos volmes, são obrigados a aguardar o resultado da análise laboratorial de todo o lote. Estima-se que esse processo demanda um período de aproximadamente 15 dias. Lembrando que antes dessa mudança, o cacau era retirado das embarcações diretamente para as fábricas passando por verificação pouco rigorosa realizada diretamente nos porões dos navios. As saídas do porto para indústrias deram início no sábado dia 16/03 em meio a um diluvio que ocorreu em Ilhéus. Um novo navio deverá estar atracando nos próximos dias trazendo nada menos que 15 mil toneladas.

A nova medida adotada, poderá no curto prazo, abrir espaço definitivo para haja importações de novas origens. Melhor mesmo para todos é que venha a auto suficiência de produção o mais rápido possível.

Chuvas continuam caindo em grandes proporções e nova safra poderá exceder as expectativas. Lavouras apresentam excelente aspecto vegetativo com frutificação intensa, sinalizando entradas fortes a partir do mês de maio próximo. Dados validados para todas as principais zonas de produção do Brasil.

Dentro de um ambiente favorável para comercialização de cacau, mais uma vez ressaltamos a importância da parceria sustentável que vem sendo construída entre a Dengo Chocolates e produtores baianos. Comprometida em fazer produtos utilizando 100% cacau de qualidade, a Dengo iniciou o processo de expansão da sua rede de lojas e promete estar cada vez mais próxima dos fazendeiros, garantindo remunerar as amêndoas devidamente padronizadas, em até 70% acima nos preços praticados por comerciantes e processadores locais.

Bahia: Preços pagos ao produtor na semana oscilaram entre R$140,00 / R$150,00 por arroba.

(Enviado pelo nosso conceituado leitor Amaral do Cacau)
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CACAU: RESUMO DA SEMANA DE 05 A 09/03/18

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LUIZ AMARAL Chuvas voltaram a cair nas zonas de produção africanas, porém demanda firme estimula compradores e mercado deverá manter a tendência de elevação.

As bolsas mantiveram-se ativas no viés comprador durante o período. Apesar de apresentarem níveis atraentes para realizar liquidações, o mercado detém garantias da redução das entradas de cacau na África. Outro fato especulativo que girou na semana e ajudou a reforçar ainda mais o apetite de compras, foi do crescimento das moagens mundiais, principalmente no continente europeu, maior consumidor de chocolates e derivados do planeta. Diante desse cenário animador o mercado NY acumulou ganho nos últimos setenta dias de mais de us$600/ton, próximo de 31%. Lembrando que há muito tempo não convivíamos com um cenário comprador tão consistente, porém os níveis de ganhos estão extrapolados e poderemos ver as bolsas desencadear forte movimento de queda a qualquer momento. Lembrando que os fundamentos positivos continuarão presentes até que se normalize o abastecimento nos portos africanos. Apesar das chuvas que voltaram a cair, os reflexos para melhores entradas somente serão observados a partir de maio próximo. Até lá estaremos convivendo com um mercado movimentado e nervoso.

NY girou a semana entre US$2,544 e US$2538 e encerrou a US$2,445 / ton.

Chuvas em boa intensidade voltaram a cair na Bahia. Em algumas localidades foram registrados níveis pluviométricos acima de 80 mm, mantendo cada vez mais a expectativa de uma safra regular. No Pará, também prossegue ambiente bastante animador. Segundo informações de técnicos e produtores de diversas regiões, essa poderá ser uma das melhores safras dos últimos anos. Atualmente a preocupação por lá reside nos elevados indicies de umidade que reforça a necessidade de proteger os frutos contra a incidência de pragas e fungos, que poderão trazer perdas expressivas na produção se não forem combatidos.

Durante a semana foi comemorado a primeiro aniversário do CIC – Centro de inovação do cacau. Situado na Uesc em Ilhéus/ Ba, o equipamento visa inovar as praticas na cultura do cacau. O CIC incrementa realizações, adicionando ingredientes motivacionais para melhoria de qualidade e verticalização da produção. Parabéns a todos colaboradores e idealizadores. O cacau agradece!

Bahia: Preços pagos ao produtor na semana oscilaram entre R$130,00 /R$140,00 por arroba.

(Enviado pelo nosso conceituado leitor Amaral do Cacau)
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CACAU: RESUMO DA SEMANA DE 19 A 23/02/18 – Enviada pelo nosso conceituado leitor Amaral do Cacau

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Bolsas reagem a indícios de redução da safra mundial e deslancharam para o patamar de US $2,200/ton.

LUIZ AMARALDiante de intensa movimentação, o mercado permanece em firme tendência de elevação, baseando-se em noticias que reportam a estimativa de redução da safra global, com ênfase para os países africanos. Em pesquisa recente realizada dentre players que atuam na África, concluiu-se que, a Costa do Marfim sofrerá redução estimada em 12% na safra em curso. Comparando a primeira prospecção que foi de 1,5 milhões de toneladas, o numero atual projeta o volume de 1,32 milhões de toneladas. Outro fato relevante veio do recorde batido nos EUA no consumo de chocolate por conta do Valentine´s day. Essa eventualidade chamou atenção de todo setor, que pressente o bom momento que poderá atravessar nos próximos anos. Vale ressaltar, que o maior crescimento vem do segmento de chocolates contendo elevada concentração de teores de cacau.

Nas ultimas semanas, a bolsa de NY registrou crescimento de mais 10%, destacando o cacau como a commoditie agro mais atraente e que mais se elevou no período. A semana NY fechou a US $2,203/ton.

No Brasil a noticia que balançou a mercado interno, foi divulgação do MAPA reportando a reabertura das importações de cacau, originadas da costa do Marfim. Embora algumas entidades neguem a noticia, o fato despertou movimentações de repudio por parte dos produtores de cacau. Muitos entendem que a importações se fazem necessárias para suprir o abastecimento das indústrias processadoras locais, porém defendem um rigoroso controle fitossanitário, para uma entrada segura da matéria prima, afastando qualquer risco de chegada de novas pragas que possam atingir as plantações locais. Ainda segundo produtores, outro fato considerado relevante, seria o controle dos volumes adquiridos, para não dispor sobras de estoques diante da entrada da nova safra temporã, podendo acontecer o mesmo fato que ocorreu em 2015, onde os diferencias chegaram ao patamar negativo de US $ 900. Atualmente as importações somente podem ser realizadas de Gana.

O clima continua favorecendo a nova safra. Chuvas regulares continuam caindo nas diversas regiões produtoras, inclusive no Pará, Espírito Santo e Rondônia.

Na Bahia, alguns técnicos em prospecção de safras continuam animados com o possível número da próxima safra temporã baiana, estimando eles em 1 milhão de sacas, contra 600 mil no ano anterior.

Produtores de cacau da Bahia continuam focados em direcionar lideranças do setor para as câmaras federal e estadual, já nas próximas eleições. Em mais uma reunião realizada durante a semana, foram levantados alguns questionamentos estruturais, assim como os nomes de possíveis candidatos.

Na Bahia os preços pagos ao produtor na semana oscilaram entre R$120,00 / R$127,00 por arroba. (Fonte: Mercado do Cacau)
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CACAU: RESUMO DA SEMANA DE 29/01 a 02/02/18 – Por Amaral do Cacau

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LUIZ AMARAL Informações firmes relatam a possibilidade de redução dos estoques mundiais de cacau, foram decisivas para animar investidores a elevar o viés de compras e provocar um novo rally nas bolsas, Londres e NY. Um dos principais elementos influenciadores foi da constatação de um novo fungo devastador na Nigéria. Órgãos oficiais nigerianos demostraram grande preocupação e se determinam a conter o avanço da doença. Outra informação relevante vem da Costa do Marfim e retrata a forte intensidade dos ventos quentes, o harmartam. Agricultores de diversas regiões comentam o fenômeno, ressaltando preocupação, além de afirmarem estar muito mais rigoroso que no ano anterior, onde obtiveram uma safra record.

Embora as perspectivas futuras de colheitas africanas não sejam animadoras, nos portos marfinenses as movimentações ainda permanecem bastante significativas, superando as entradas do mesmo período 2017.

Em Gana, fala-se também em redução de safra. A Cocoabod anunciou que deverá finalizar a colheita em set/18, com 850 mil toneladas, sendo 12,5% menor que na última temporada onde foram registrados oficialmente 970 mil tons. Ainda em Gana, analistas afirmam que além do clima seco, outros problemas influenciaram para queda da colheita atual, tais como: Os baixos preços que o governo remunera produtores de cacau e ausência de incentivos financeiros, para aquisição de insumos necessários a realização das práticas habituais de campo.

Durante o período NY Ice Março variou entre US $1,938 e US $2,062 / ton. Encerrando a semana a US $2,0 50.

Fazendeiros baianos foram contemplados com a homologação da Identificação Geográfica da produção de cacau do sul da Bahia. A IG é vista por todos, como elemento agregador de valor na produção, além de ser mais um ingrediente incentivador para elevar da qualidade do cacau brasileiro. Durante anos, vários líderes ligados a cacauicultura lutaram bravamente para obtenção do selo. Realmente vale comemorar.

A redução expressiva das entradas de cacau induziram as indústrias processadoras a elevar ainda mais os prêmios pagos sobre NY, para aquisição de amêndoas no mercado brasileiro. Dessa vez atingiram a marca record de +US $600 no comercio entre empresas e +US $450 no produtor. Esse foi maior ágio pago desde 2008 e superou todas as expectativas dos analistas e vendedores locais.

A chegada de navios procedentes de Gana, assim como a possível crescimento dos níveis nas bolsas, poderão reduzir os diferenciais para indicies mais próximos da realidade, em breves dias. Outro fato importante que se deve levar em conta, são as excelentes noticias no que se refere a prospecção da nova safra temporã. Alguns analistas já arriscam afirmar, um crescimento mínimo de 50%, comparados com 2017. Lembrando que a safra anterior foi totalmente atípica, devido às sequelas da seca histórica em 15/16.

Na Bahia os preços pagos ao produtor na semana oscilaram entre R$110,00 / R$116,00 por arroba. (Matéria enviada pelo nosso conceituado leitor Amaral do Cacau)
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CACAU: RESUMO DA SEMANA DE 22 A 26/01/18 – Enviada por Luiz Amaral do Cacau

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LUIZ AMARAL Apesar dos robustos 4,3% de incremento do processamento asiático no trimestre, o mercado demonstrou maior relevância ao numero negativo de 1,3% no EUA. Claro que todas estão de olho no consumidor oriental, porém, os americanos demandam uma fatia muito mais interessante no mercado global de chocolates. Durante a semana as bolsas trabalharam com oscilações normais, mostrando consistência na tendência e operando parcialmente baseada nos números crescentes de entradas nos portos da Costa do Marfim, das boas perspectivas de safra no equador e Brasil e os fatos negativos em Gana, onde a colheita atual deverá ser inferior ao ano passado, visto a redução dos investimentos do governo nas lavouras, além dos baixos preços pagos ao produtor. Outros fatores interferentes foram os anúncios da estimativa de queda da produção nigeriana em torno de 25% e em camarões, os produtores de cacau e grupos revolucionários lutam pela posse de terras produtivas.

A semana NY variou entre US $1,915 e US$1,996 ton. A alta registrada na ultima sessão do período 26/01, foi motivada pelo anuncio do crescimento expressivo de 53% nas importações chinesas de derivados de cacau no ultimo trimestre 17, em relação ao mesmo período do ano anterior. Numero realmente bastante animador.

No Brasil todos seguem otimistas frente a nova safra temporã. As chuvas permanecem caindo em proporções essenciais para o desenvolvimento dos frutos. Esse cenário vale para os três principais centros produtores do país e se confirmam por depoimentos consistentes de técnicos em prospecção de safra, que atuam nas mais diversas regiões.

As entradas nas indústrias processadoras em Ilhéus cresceram em pequenas proporções, porém muito aquém das necessidades imediatas. O diferencial pago atualmente no mercado brasileiro sobre a bolsa NY apresenta-se como o maior praticado no mundo afora. Chegam a remunerar em casos reservados +US $580 / ton. Lembrando aos vendedores locais que ainda possuem lotes para comercialização que aproveitem a oportunidade, pois, trata-se de movimento ocasional e certamente atípico. Essa recomendação é valida para contratação em diferenciais contra NY.

Um movimento crescente entre produtores de cacau baianos sugere indicar pré-candidatos para concorrer a cadeiras no legislativo local e câmara federal. No próximo dia 31/01, acontecerá a primeira reunião no Sindicado Rural de Ilhéus às 14:30hs, onde serão discutidas as estratégias para fazer acontecer a eleição dos representantes da classe produtora local.

Na Bahia os preços pagos ao produtor na semana oscilaram entre R$110,00 / R$114,00 Informações: mercadodocacau.com (Enviada pelo nosso conceituado leitor Luiz Amaral do Cacau)
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