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PLANO DE GOVERNO: SITUANDO ITAMARI HOJE – Pelo Prof. NELSON RIBEIRO (Itamari)

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O município fica entre as cidades de Jequié (BR-116) e Gandu (BR-101), cortado pela rodovia BA-549.
Rodovia esta que precisa de muita articulação política com os deputados da região para que se intensifique a sua manutenção anual, pois com muita frequência aparecem buracos e vegetação nas margens que dificulta o tráfego e gastos extras com mecânica, bem como prejudica o escoamento da produção regional.
Cravada entre montanhas, às margens do outrora rio Tabocas, sua economia está baseada predominantemente na cultura do cacau, embora tenha a pecuária uma participação significativa.
O cacau que precisa ser revitalizado com investimentos em novas tecnologias, trabalho especializado, cooperado com os diversos setores e forças regionais. Investir no cacau irrigado, clonado, especial e orgânico por exemplo.
Localizada ao norte da região sul da Bahia, o município pode ser acessado pela BA-549, que liga os municípios de Apuarema e Gandu. Fica aproximadamente a 110 km do litoral e 320 km da capital do Estado. Ocupa uma área de 132,5 km², seu clima é quente e úmido, com Precipitação pluviométrica que varia em torno de 1200 mm anuais, e uma temperatura média oscilando em torno de 24º a 35 °C. A altitude da região é de aproximadamente 200 metros acima do nível do mar. Situa-se a 13º 47’ de latitude sul e 39º 40 de longitude oeste.
Temos chuvas e solos férteis, precisamos apenas do uso inteligente do solo e apoio à essas práticas por meio de parcerias com todos os setores.
Limita-se ao norte, com o município de Wenceslau Guimarães, ao sul com Nova Ibiá, ao leste com Gandu e a oeste com o município de Apuarema.
Temos clima e solos excelentes para o bom cultivo, mas infelizmente não observamos grandes progressos. A cidade não cresce mais, o comércio está estagnado, o êxodo para outras cidades regionais a cada dia aumenta, estamos sendo ultrapassados por municípios como Nova Ibiá e Apuarema.
Apesar da sua proximidade com o litoral e a existência de densas matas, a sua bacia hidrográfica é limitada, em consequência dos desmatamentos principalmente nas nascentes, fato que causou o fim do principal rio que infelizmente tornou-se um pequeno riacho, antes perene, hoje temporário, com forte tendência a desaparecer.
Combater o desmatamento por meio de um setor que fiscalize, denuncie e promova práticas de recuperação da mata nativa, vegetação ciliar, por meio da criação de um viveiro municipal com as plantas das nossas matas, são ações práticas necessárias.
Parte das florestas tropicais mantém-se pela necessidade de sombreamento para a lavoura cacaueira, pelo sistema de “cacau cabruca”. O clima da região vem sofrendo variações provocados em decorrência de fenômenos naturais como El Niño, La Niña, e também, pelas inconsequentes devastações levadas pela extração descontrolada de recursos naturais, como a madeira, água e o solo, devido a ganância e o pouco conhecimento de muitos proprietários de terras locais
O meio ambiente de Itamari precisa de práticas sustentáveis, tais como coleta seletiva, sementeira municipal com plantas nativas, criação de cooperativas, associação de bairro para aquisição de recursos no âmbito público ou particular. Ainda há de repensar o represamento do Rio de Alma por questão de segurança desse recurso natural, que é a água e a recuperação das matas ciliares para manter o curso das águas nas nascentes.
Parte do texto se encontra em : (https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Itamari)

(Nelson Ribeiro Filho, Mestrando em Educação, especialista, Professor das redes Estadual e Municipal de ensino e é o administrador do grupo TRIBUNA LIVRE DE ITAMARI. Também idealizador da Itamari Kakau’s)
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