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COMO IDENTIFICAR E SILENCIAR A VOZ IMPOSTORA – Pela Admª. TAÍS GASPAR

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Você já sentiu que não era boa o suficiente?
Em pesquisa feita com 206 mulheres, 98% disseram que já sentiram esse sentimento!
Precisamos falar sobre isso!
O que é Síndrome de Impostor?
A psicóloga britânica Rachel Buchan descreve a Síndrome de Impostor como “uma crença interior de que você não é bom o suficiente, ou não pertence”.
Segundo ela, pessoas tendem a vivenciar sentimentos desse tipo no trabalho, mas a síndrome também se manifesta em outros contextos, por exemplo, no convívio social.
A Síndrome de Impostor pode afetar qualquer pessoa, ela diz. E pode se manifestar por várias razões, entre elas, a classe social de uma pessoa, a maneira como uma pessoa foi criada ou por questões que a pessoa esteja vivenciando em um determinado momento.
Você não está sozinha
Aproximadamente 70% das pessoas se sentem “uma fraude” no ambiente de trabalho alguma vez na vida, de acordo com uma pesquisa da Universidade Dominicana da Califórnia. Esse sentimento compõe a Síndrome do Impostor, termo usado pela primeira vez em 1978 pelas psicólogas Pauline Clance e Suzanne Imes.
A condição é definida pelas pesquisadoras como uma experiência individual baseada em uma autopercepção de falsidade intelectual, ou seja, de ser uma fraude. Reconhecidos profissionais de sucesso como Michelle Obama, Neil Armstrong, Maya Angelou e Tom Hanks são algumas das personalidades que já falaram abertamente sobre suas experiências relacionadas à síndrome do impostor, que acomete homens e mulheres igualmente.
O que significa a síndrome do impostor?
Mais precisamente uma desordem na autopercepção. A síndrome do impostor é caracterizada por pessoas que têm tendência à autossabotagem. Então, o indivíduo constrói, dentro da cabeça dele, uma percepção de si mesmo de incompetência ou insuficiência. A síndrome do impostor envolve uma gama de sentimentos vindos de baixa autoestima e insegurança.
Naturalmente, todos nós possuímos essa pré-disposição a colocar essa sensação de incapacidade e demérito. E, dependendo do modelo mental e da forma como cada um pensa, isso pode aumentar ou diminuir essa crença, o que também pode ser reforçado pelo meio em que a pessoa se encontra”, aponta.
7 Principais sinais da síndrome do impostor
A síndrome do impostor está diretamente ligada as nossas 3 crenças principais: SER, FAZER, TER. Ou seja, Merecimento, capacidade, pertencimento, se em algum momento essas crenças não estão bem trabalhadas, o impostor aparece. Veja. Seguir, os 7 principais sinais da síndrome do impostor.
1. Sentimento de não pertencimento
Muitas vezes, as pessoas que sofrem com a síndrome do impostor podem pensar que não merecem estar onde estão. Quando isso ocorre, é comum que haja um sentimento de não pertencimento aos locais que, como consequência, leva as pessoas a se afastar dos grupos.
2. Procrastinação
Outro sintoma presente na vida de quem sofre com esse problema é a procrastinação. Nesse caso, no entanto, ela vem a partir de uma insegurança dos indivíduos sobre as tarefas a executar. É preciso ter certeza sobre a origem da procrastinação para saber se ela está associada à síndrome do impostor.
3. Autossabotagem
Pessoas que convivem com a síndrome também podem apresentar quadros de autossabotagem. Ou seja: elas criam mecanismos para fugir de certas experiências em que não se sentem seguras para desempenhar um bom papel. Por isso, costumam perder boas oportunidades e acabam se arrependendo muito regularmente.
4. Autodepreciação
Se você costuma falar mal de si mesmo com muita frequência, fique atento ou atenta: isso também é um sinal importante. Aliás, pessoas com a síndrome tendem a gostar menos de suas qualidades e características, tornando-se amarguradas e tóxicas consigo mesmas.
5. Ingratidão
Por não aceitarem que são boas em algo, as pessoas nessa condição acabam tendo muita dificuldade para aceitar que os outros encontrem boas características nelas. Assim, acabam rechaçando elogios e contrapondo as pessoas o tempo todo. Torna-se mais difícil, então, apreciar qualquer tipo de reconhecimento recebido.
6. Autocrítica excessiva
É válido que as pessoas façam análises críticas sobre suas ações. No caso de quem convive com a síndrome do impostor, porém, isso se torna completamente excessivo e as avaliações perdem contato com a realidades. É como se as pessoas perdem a capacidade de encontrar boas lições de erros e se punissem o tempo todo.
7. Comparação
Finalmente, chegamos ao principal sinal da síndrome do impostor: a comparação. Sabe aquela história de que a grama do vizinho é sempre mais verde? Aqui, é quase regra que
os indivíduos só consigam encontrar boas características nos outros e nunca em si próprios. Isso, sem dúvidas, os coloca numa corrida sem fim em direção a um ideal de perfeição que não condiz com a realidade de ninguém. Basta que uma análise seja feita para que essas pessoas comecem a relacionar pontos de sua vida com os de outras.

Como reduzir o problema
O primeiro passo é o autoconhecimento, perceber quando esses sentimentos aparecem e qual é a sua origem para então começar a ressignificá-los.
Comece analisando:
1. Esses pensamentos podem ser comprovados?
2. Qual seria a avaliação técnica por um olhar externo?
3. Meus clientes, colegas, superiores estão satisfeitos com o meu desempenho?
Um passo adiante
Além disso, algumas atitudes podem ajudar a controlar os sintomas desta síndrome, como:
· Ter um mentor, ou alguém mais experiente e confiável para quem possa pedir opiniões e conselhos sinceros;
· Compartilhar as inquietações ou angústias com um amigo;
· Aceitar os próprios defeitos e qualidades, e evitar se comparar ao outros;
· Respeitar as próprias limitações, não estabelecendo metas inalcançáveis ou compromissos que não possam ser cumpridos;
· Aceitar que as falhas acontecem a qualquer pessoa, e procurar aprender com elas;
· Ter um trabalho de que goste, proporcionando motivação e satisfação.
Realizar atividades capazes de aliviar o estresse e a ansiedade, que melhorem a auto-estima e promovam auto-conhecimento, como yoga, meditação e exercícios físicos, além de investir em momentos lazer são muito úteis para o tratamento deste tipo de alteração psicológica.
Vamos juntas silenciar essa voz impostora que nos fala que não somos qualificadas o suficiente?
Que tal um pouco de OUSADIA para sair da inércia e iniciar um novo caminho na sua vida?
Se você precisa ampliar seus horizontes para ter mais qualidade de vida e liberdade para fazer as escolhas que gostaria, então fica comigo aqui. Venha participar do Movimento OUSE, um movimento que vai te fazer SER, TER e CONQUISTAR o que você precisa para OUSAR. Clique aqui e participe.
O que te dá mais medo, mudar ou ficar onde está?
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Quer saber mais sobre como se desenvolver, me chama no Whats!!!
Até mais!

(TAIS F. GASPAR DE ARAÚJO, Master Coach, Consultora e Treinadora Empreenda Consultoria)
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