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INOVAÇÃO NO CAMPO: CACAU GOURMET E PIPOCA COM MENOS CO2 e AIPC LANÇA VÍDEO COM DICAS SOBRE FERMENTAÇÃO DE AMÊNDOAS DE CACAU

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Há cinco anos, o Centro de Inovação do Cacau (CIC), baseado na Universidade Estadual de Santa Cruz, em Ilhéus (BA), trabalha na análise e qualificação do cacau da região para aumentar o valor agregado das amêndoas. Em 2018, o cacau da região ganhou registro de indicação geográfica, atestando sua origem .
— Nossa principal motivação é a descomoditização do cacau, porque o preço varia muito e atrapalha o produtor, principalmente se ele não tiver a produtividade adequada. Queremos valorizar o cacau, mirando o cacau premium, cacau fino, cacau gourmet — afirma o diretor científico do CIC, Cristiano Villela.
Inicialmente, o trabalho do CIC, era capacitar o produtor para que reconhecesse o potencial do produto com o qual trabalha. O mercado começou a ganhar maior envergadura quando a Dengo e outros fabricantes passaram a comprar a produção dos cacaueiros da região, pagando mais pelo cacau sustentável.
Outros cultivos também estão ganhando qualificação por interesse das próprias empresas. Há dois anos, a General Mills, dona de marcas como Yoki, Häagen-Dazs e Kitano, assumiu o compromisso global de obter matérias-primas de fontes sustentáveis e chegar a 2030 com 400 mil hectares de agricultura regenerativa.
No Brasil, o foco da empresa é direcionado aos cultivos de milho de pipoca, mandioca, batata e amendoim. Para identificar a pegada de carbono dessas culturas, no fim de 2019, a companhia fez parceria com o Instituto de Manejo e Certificação Florestal e Agrícola. Descobriu que 99% do milho de pipoca Yoki plantado no país, a maioria no Mato Grosso, emitem 75% menos gases do efeito estufa na comparação com a média global.
Para Franciele Caixeta, coordenadora de desenvolvimento agro da General Mills para a América Latina, o resultado se explica pelo uso do sistema de plantio direto, técnica de agricultura regenerativa que envolve pouco revolvimento da terra:
— Utilizamos menos arado, menos trator, focando em práticas que mantenham o solo mais saudável possível. (Fonte: O Globo)

AIPC LANÇA VÍDEO COM DICAS SOBRE FERMENTAÇÃO DE AMÊNDOAS DE CACAU

A Associação Nacional das Indústrias Processadoras de Cacau (AIPC), lança um novo vídeo técnico com dicas e orientações sobre os caminhos para fazer uma boa fermentação das amêndoas de cacau. Em formato de animação com pouco mais de 3 minutos de duração, o material apresenta as principais etapas do processo e alerta sobre os cuidados e aspectos que devem ser levados em conta desde a colheita, até a finalização da fermentação. “Esse vídeo faz parte do trabalho institucional que temos desenvolvido, com foco no compartilhamento de informações e conhecimento com produtores e técnicos. Acreditamos que esse tipo de material pode auxiliá-los na melhora das práticas produtivas e consequentemente contribuir para fortalecer a produção de cacau”, explica a diretora-executiva da AIPC, Anna Paula Losi.

O vídeo contou com o apoio técnico de Adriana Reis, doutora em biologia e biotecnologia do Centro de Inovação do Cacau (CIC), e das equipes técnicas da Comissão Executiva do Plano da Lavoura Cacaueira (Ceplac) e do Centro Mars de Ciência do Cacau (MCCS, sigla em inglês).

(https://www.cacauechocolate.com.br)


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