ENCONTRO VAI DISCUTIR EXPERIÊNCIAS DE MULHERES NA PRODUÇÃO DE CACAU NO ESPÍRITO SANTO / PARÁ ADOTA MEDIDAS DE PREVENÇÃO CONTRA A MONILÍASE NO CACAU
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O evento que ocorre na próxima sexta-feira (16), em Linhares e apresentar a experiência e a importância da organização das mulheres na produção de cacau no Espírito Santo
Nesta sexta-feira (16), o município de Linhares receberá o 1° Encontro Mulheres do Cacau, evento que tem como finalidade apresentar a experiência e a importância da organização das mulheres na produção de cacau e na economia do Espírito Santo.
A programação contará com debates, palestras e oficinas sobre o mercado, produção e fabricação de produtos que envolvem o cacau. Os palestrantes são empresários, especialistas e técnicos do setor que atuam dentro e fora do Estado.
Entre os convidados está a a embaixadora do México no Brasil, Laura Beatriz Esquivel Valdés, que vai falar da história do chocolate e sua importância na cultura mexicana. Estarão presentes ainda representantes de marcas como Cacau Show e Chocolates Faccinio.
Realizado pela Associação Mulheres do Cacau, com apoio do governo do Estado, o encontro acontecerá no Cerimonial Solarium, no Bairro Araçá, das 8h às 17h.
A entrada é gratuita, mas é necessário se inscrever previamente pelo formulário. (Fonte: A Gazeta)
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PARÁ ADOTA MEDIDAS DE PREVENÇÃO CONTRA A MONILÍASE NO CACAU
A Agência de Defesa Agropecuária do Estado do Pará (Adepará) estabeleceu procedimentos operacionais para as ações de prevenção da monilíase, uma praga quarentenária que infecta os frutos do cacaueiro. A portaria proíbe o trânsito e o comércio de materiais vegetais oriundos de estados onde existem focos da doença.
A normativa aplica-se ao trânsito de carga, terminais de transporte de carga, portos marítimos e fluviais, aeroportos e fronteiras. O trânsito interestadual de semente, mudas, frutos ou qualquer parte propagativa de espécies vegetais hospedeiras da monilíase deve comprovar a origem através de nota fiscal e termo de conformidade.
Até o momento, não há registro da doença no território paraense. Porém, casos já foram detectados em Cruzeiro do Sul, no Acre, e em Tabatinga, no Amazonas. A Adepará intensificou a fiscalização do trânsito agropecuário nas áreas de fronteira e orienta o setor produtivo que o descumprimento da norma poderá acarretar em apreensão, destruição das cargas, incineração e multa.
“É uma das barreiras para que essa praga não chegue ao Pará. É um alerta que nós queremos deixar para os cacauicultores, para as pessoas que visitam o Acre, o Amazonas, principalmente as áreas de foco, para que não tragam nenhum tipo de fruto de cacau ou cupuaçu ou qualquer material propagativos para o estado do Pará, para evitar a entrada da praga no estado”, explicou a diretora de Defesa e Inspeção Vegetal da Adepará, a engenheira agrônoma Lucionila Pimentel. (Fonte: Jota)
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