O DESAFIO EM ACABAR COM A FOME! – Pelo Prof. Antonio Moreira Netto – Nettão
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É triste ver nos jornais, durante a semana, a situação na faixa de Gaza. Crianças com imagem de total desnutrição, filas e mais filas na busca de um pouco de alimento.
Entre 638 e 720 milhões de pessoas enfrentaram a fome em 2024. A ONU aponta que cerca de 8,2% da população mundial passou fome em 2024 (dados da revista Galileu).
Qual o papel da ciência para resolver a situação da fome? Você acha que a mesma pode ajudar a resolver este problema? Os países que investem mais em pesquisa científica podem mudar este quadro?
A ciência pode contribuir bastante para resolver essa situação, porém sozinha é difícil. São necessários investimentos em projetos de pesquisas, como por exemplo; melhorias na produção e conservação de alimentos, desenvolvimento de alimentos mais nutritivos e ricos em vitamina, dentre outros, combinado a políticas públicas e sociais que venham atingir diretamente a raiz do problema.

Haiti, Palestina, Sudão, Sudão do Sul, e Mali compõem uma lista, divulgada em junho deste ano, como os que apresentam piores situações de fome. Além dos conflitos armados, choques econômicos e desastres climáticos também são citados como agravantes para o problema.
Acredito que as universidades podem criar a ideias em pesquisas de extensão, para atuar diretamente em soluções viáveis, com o apoio dos governos para isso. (Bibliografia: revista Galileu, folha de São Paulo)
Antônio Moreira Netto – NETTÃO, Licenciado em Física pela FACE e Engenheiro Agrônomo pela UFBA. Professor de Física e Química dos Colégios: Durval Libânio, Colégio Santo Antônio e Colégio Nobre.
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