WebtivaHOSTING // webtiva.com . Webdesign da Bahia

DEPUTADO JORGE SOLLA CHAMA ZÉ COCÁ DE TRAIDOR E MINIMIZA IMPORTÂNCIA DO PREFEITO PARA REELEIÇÃO DE JERÔNIMO: “NÃO PRECISA DO APOIO DELE” e EM MEIO A RELAÇÃO ESFRIADA COM JERÔNIMO, ZÉ COCÁ PREPARA DECISÃO SOBRE APOIO AO GOVERNO DA BAHIA

.


O deputado federal Jorge Solla (PT) se referiu ao prefeito de Jequié, Zé Cocá (PP) – que tem sido cortejado pelo governador Jerônimo Rodrigues (PT) -, como “traidor” em troca de mensagens, na terça-feira (3), em um grupo de WhatsApp que reúne políticos e empresários baianos.
“Não precisa do apoio dele. Rui Costa foi quem fez ele deputado estadual, prefeito de Jequié e presidente da UPB. Na primeira oportunidade traiu Rui!”, escreveu o deputado ao reagir a uma publicação que ventilava Cocá como vice na chapa de ACM Neto (União Brasil).
“Que ótimo!!!”, disse Solla sobre não ter Cocá na base. Vereador de Salvador, Cláudio Tinoco (União Brasil) respondeu com ironia ao comentário: “Fico feliz com a sua aprovação ao nome de Zé Cocá!”.
A reação do petista, porém, destoa do esforço que o governador Jerônimo e o secretário de Relações Institucionais, Adolpho Loyola, têm feito para atrair Zé Cocá ao campo governista, considerando, inclusive, a possibilidade de tê-lo como vice. (Fonte Texto: https://www.politicalivre.com.br – Manchete e Fotos: blogdozebrao)

.


EM MEIO A RELAÇÃO ESFRIADA COM JERÔNIMO, ZÉ COCÁ PREPARA DECISÃO SOBRE APOIO AO GOVERNO DA BAHIA

.


O prefeito de Jequié, Zé Cocá (PP), deve bater o martelo nos próximos 25 dias sobre qual candidatura ao governo da Bahia irá apoiar nas eleições de 2026. Apesar de já ter mantido maior proximidade com o governador Jerônimo Rodrigues (PT), o cenário neste momento é considerado indefinido por aliados do gestor ouvidos pelo Política Livre na manhã da terça-feira (03).
Segundo interlocutores próximos ao prefeito, Cocá, que tem feito críticas ao presidente Lula (PT) publicamente, demonstra insatisfação com o ritmo das obras prometidas pelo governo estadual para Jequié e região, além da falta de avanço no diálogo político com o Palácio de Ondina. A principal queixa envolve a demora na execução de projetos estruturantes, como o aguardado aeroporto regional, cuja viabilização sempre foi tratada pelo prefeito como condicionante para um alinhamento político mais firme com o PT.
“O fato é que não houve avanço por parte do governo do Estado. As obras importantes, como o aeroporto regional, não começaram até agora. E Cocá sempre condicionou o apoio a isso. A decisão sobre o posicionamento eleitoral precisa ser tomada agora, nos próximos 25 dias. Hoje está totalmente indefinido qual será o caminho dele”, afirmou um aliado influente do prefeito de forma reservada.


REAPROXIMAÇÃO COM ACM NETO
Diante do impasse com o governo estadual, cresce nos bastidores a possibilidade de reaproximação com o ex-prefeito de Salvador ACM Neto (União), a quem Cocá apoiou em 2022, após o rompimento do PP com o PT na Bahia. Logo depois do pleito, o prefeito chegou a fazer críticas contra o líder oposicionista, acusando-o de afastamento.
Nos últimos dias, circularam inclusive especulações de que o nome do prefeito de Jequié estaria entre as opções para compor a chapa como candidato a vice-governador na oposição. Atualmente, segundo fontes ligadas ao grupo de Neto, Cocá seria o segundo nome preferido para a vaga, atrás apenas do prefeito de Feira de Santana, José Ronaldo de Carvalho (União).
“Eu acho que Cocá não será vice de ninguém em 2026. Vai apoiar um candidato a governador, mas não pretende disputar a vice”, assegurou outro interlocutor do prefeito de Jequié, na condição de anonimato.


FUTURO PARTIDÁRIO DOS DEPUTADOS

Deputados Niltinho Bastos, Hassan Iossef, Antônio Henrique Júnior e Eduardo Salles


Outro ponto que permanece indefinido é o futuro partidário de Zé Cocá, que pode não se alterar. Havia expectativa de que o prefeito migrasse para o PSB, movimento que seria acompanhado por aliados estratégicos. No entanto, as tratativas ficaram paralisadas em meio a outros movimentos considerados prioritários pelo governo, a exemplo da saída do senador Angelo Coronel (PSD) da base.
O grupo político do prefeito esperava ser contemplado com espaço na estrutura estadual, inclusive com a possibilidade de uma secretaria, conforme sinalizações atribuídas ao secretário de Relações Institucionais, Adolpho Loyola (PT). Até o momento, porém, não houve concretização.
O impasse também atinge aliados próximos do prefeito. O deputado estadual Hassan Iossef (PP), ligado a Cocá, ainda não confirmou oficialmente a filiação ao PSB. A mesma indefinição envolve outros três parlamentares do PP — Niltinho, Antonio Henrique Júnior e Eduardo Sales —, que também são aguardados na sigla, dependendo de ajustes finais nas articulações do governo estadual. (Fonte Texto: https://www.politicalivre.com.br – Fotos: blogdozebrao)

.

Deixe uma resposta

Seu endereço de email não será publicado.