A GUERRA COM TECNOLOGIA – Pelo Prof. Antonio Moreira Netto-Nettão
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Hoje, existe uma preocupação global com as iniciativas do presidente Trump, em conjunto com Israel, no território do Irã. O desenrolar dessa situação, somado a toda a tecnologia envolvida, torna o cenário cada vez mais perigoso.
O poderio militar demonstrado preocupa o mundo devido às possibilidades de imposições que poderiam ser exigidas no futuro. Como diz o ditado: “Manda quem pode, obedece quem tem juízo”. Este conflito iniciou-se com uma convergência sem precedentes de Inteligência Artificial (IA), enxames de drones de baixo custo e operações cibernéticas de alta precisão.
Tomemos como exemplo o uso da IA como ferramenta principal nesta batalha tecnológica. Forças lideradas pelos EUA estrearam a força-tarefa Scorpion Strike, utilizando drones apoiados pela IA da Anthropic para identificar alvos e ativar radares iranianos.

Acompanhamos nos jornais alvos atingidos por drones de alta tecnologia, produzidos pelos americanos — os chamados “drones Lucas”. Eles são fruto de engenharia reversa, baseada em um drone de baixo custo desenvolvido pelos próprios iranianos, além de outras tecnologias que diminuem a necessidade de soldados em terra.
A reflexão que fica para a ONU, e para todos os países do mundo, é: até que ponto estes dominadores da tecnologia militar podem ser contestados? O mundo ficará sob o domínio “americano”? Tradições, religiões, costumes e as políticas de cada nação estão ameaçados? O que o leitor acha de tudo isso? (Fonte: Bibliografia: Folha de São Paulo; Portal G1)
*O artigo não reflete necessariamente a opinião do blog (contrariamente aos editoriais, que são a posição oficial)
Antônio Moreira Netto – NETTÃO, Licenciado em Física pela FACE e Engenheiro Agrônomo pela UFBA. Professor de Física e Química dos Colégios: Durval Libânio, Colégio Santo Antônio e Colégio Nobre.
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