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OPINIÃO DE ZEBRÃO: “POLÍTICA É COMO NUVEM… VOCÊ OLHA E ELA ESTÁ DE UM JEITO, OLHA DE NOVO E JÁ MUDOU DE POSIÇÃO…” (Magalhães Pinto)

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Os nossos DEZ leitores sabem, que constantemente usamos quando o assunto é política, a frase do ex-quase tudo do estado de Minas Gerais Magalhães Pinto: “POLÍTICA É COMO NUVEM… VOCÊ OLHA E ELA ESTÁ DE UM JEITO, OLHA DE NOVO E JÁ MUDOU DE POSIÇÃO, OU ESTÁ CARREGADA…”
Mais uma vez vamos usá-la, pedindo licença aos familiares daquele que foi governador; deputado federal; senador; Presidente do Senado; ministro das Relações Exteriores; líder do golpe de 1964; Presidente Nacional da UDN; Fundador do Banco Nacional de Minas Gerais; Presidente da Associação Comercial de Minas Gerais e Presidente da Federação do Comércio de Minas Gerais…
Fizemos esse prefácio, para comentarmos mais uma vez, acontecimentos que corroboram quando tratamos do assunto.
Nos dois últimos dias de abril, 29 e 30, o Senado rejeitou a indicação feita pelo presidente Lula, em derrota histórica e inédita desde 1894, do nome de Jorge Messias, Advogado Geral da União, para a vaga no STF.
No dia seguinte, o governo ainda “grogue” com a derrota de Messias, o Congresso Nacional (Câmara e Senado), REJEITOU o veto do presidente Lula ao projeto de lei da “dosimetria”.
Aí foi um “Deus nos acuda…”, “Além da queda, o coice…” foi então um duplo castigo, demonstrando toda a fragilidade da base dos deputados e senadores da situação. Duas adversidades seguidas…
Para a oposição, um prato feito tipo Mocofato para Zebrão no sábado pela manhã, acompanhado com muitas cervejas.


Os neófitos ficaram exultantes, o governo acabou… nunca se gastou tantas balas no Rio de Janeiro. Os milicianos fizeram festa, com tiros para o alto (ainda bem).
A imprensa “direitista” e os apaixonados por homens, vibraram, foram mais de três dias de festa.
A imprensa “esquerdista” e os apaixonados por homens barbudos, silenciaram-se cabisbaixos, sentiram o golpe, alíás, os golpes.
Até para eles, o governo havia chegado ao fim, de forma melancólica, enquanto procuravam culpados.
Presidente do Senado Davi Alcolumbre; o líder do governo no Congresso senador Randolfe Rodrigues; o líder do governo no senado, o baiano Jaques Wagner (preguiçoso e incompetente); o secretário das Relações Institucionais deputado José Guimarães (aquele mesmo que teve o assessor preso no aeroporto com CEM MIL DÓLARES na cueca e mais de DUZENTOS MIL REAIS em uma maleta)… ministros do STF Alexandre de Moraes, Gilmar Mendes e André Mendonça… o garçom que serve o cafezinho… enfim, o mundo desabou… temos certeza absoluta, que naquela noite, o presidente Lula, sequer olhou para a sua doce e meiga Janja, não conseguiu nem pronunciar o seu nome, engasgou em jan… jan…


Então aconteceu o que sempre Magalhães Pinto afirmava: A NUVEM CARREGADA, acompanhada de raios e trovões, deslocou-se de lugar. Mudou de lado…
A semana que passou, fez o presidente Lula voltar a sorrir. A pronunciar o apelido completo da sua amada, chamando-a Janja… Janja… não precisou nem tomar o Tadalafila de 500… botou para quebrar, como tivesse em sua plena juventude, em virtude das vitórias principalmente na política externa e diplomacia.
Enquanto os debilóides direitistas, falavam que o presidente Lula foi chamado aos Estados Unidos, mas não seria recebido pelo maluquete do Trump e se o fosse, o “dono do mundo” iria fazê-lo passar vergonha, como já fez com outros convidados, o que completaria, sacramentaria o fim do seu governo, os debilóides esquerdistas até não comentaram nada, pois o presidente estava em uma fase de gato preto. Já estavam se conformando, que o seu líder, o seu “macho”, estava em estado terminal politicamente.
“Nadica de nada…”, o Adolfo Hitler do século XXI, Donald Trump, alguns meses atrás, quando do encontro em reunião na ONU COM O PRESIDENTE Lula falou: ‘UM HOMEM MUITO AGRADÁVEL’, ‘ELE GOSTOU DE MIM, EU GOSTEI DELE’ E ‘QUÍMICA EXCELENTE’.


Em nenhum momento, o blogdozebrao acreditou nas palavras do presidente americano, por conhecer através da imprensa, o desequilíbrio, o temperamento do pretenso “dono do mundo…”
Mas como a nuvem mudou de lugar, o novo encontro, dessa vez na Casa Branca, entre os dois presidentes, confirmou que o amor não foi fortuito, marcou mesmo a admiração do americano pelo brasileiro.
A verdade é uma só, NINGUÉM sabia o que poderia sair do encontro, devido ao temperamento bélico de Trump, como também às críticas em tom de brincadeira feitas irresponsavelmente por Lula, àquele que o havia tratado tão bem na ONU.
O presidente Trump deu à Lula, o que ele estava a precisar, após uma semana de derrotas. À unanimidade, todos consideraram a reunião na Casa Branca, foi considerada uma vitória diplomática.
A verdade é que o presidente brasileiro, deixou Washington com duas vitórias na mala: conseguiu controlar a narrativa do encontro, além de estabelecer um diálogo direto com o líder americano, o que fortalece sua posição internacional.
Na postagem feita por Trump, ficou claro o entrosamento dos dois quando escreveu: “LULA É UM BOM HOMEM…”, “É UM CARA INTELIGENTE…”, “O ENCONTRO FOI MUITO BOM…”, “É UM HOMEM DINÂMICO…” e concluiu:
“Tivemos uma ótima reunião com o presidente do Brasil. Estamos fazendo muito comércio e vamos aumentar ainda mais esse comércio. Falamos sobre tarifas. Eles gostariam de algum alívio nas tarifas. Mas tivemos uma reunião muito boa”, afirmou.
Para quem estava morrendo afogado politicamente em alto mar, não chegou até ele apenas uma boia para sua salvação, mas um verdadeiro Titanic.


O céu nem nuvem está tendo, ficou todo azul, depois desses afagos públicos.
De volta ao Brasil, ainda comemorando o sucesso da sua viagem internacional, o que acontece para sacramentar o céu límpido: o ministro do STF, indicado por Jair Messias Bolsonaro, o terrivelmente evangélico André Mendonça, autorizou busca e apreensão de documentos do ex-Chefe da Casa Civil do governo Bolsonaro, suspeito de receber mesadas de 300 a 500 mil reais mensais, além de outras vantagens, como viagens internacionais e despesas de diárias de mais de CEM MIL REAIS em hotéis por Daniel Vorcaro, do Banco Master.
A queda e o coice mudaram de lugar. Não se fala mais na rejeição de Jorge Messias pelo Senado. Não se comenta que o Congresso rejeitou o veto do presidente Lula, o assunto que tomou conta da imprensa agora é outro. E tem mais, não se pode dizer que seja perseguição, não foi Alexandre de Moraes que mandou fazer a operação contra o ex-Chefe da Casa Civil de Bolsonaro, mas sim quem foi nomeado pelo próprio Bolsonaro.
Até quando a nuvem não vai mudar de lugar novamente e parar sobre o Palácio da Alvorada?
Mais uma vez afirmamos: somos ardorosos adeptos da frase de Magalhães Pinto. Não precisamos mais repetir, até você leitor, já decorou a frase e ela está na ponta da sua língua… “POLÍTICA É IGUAL…” verdade, verdadeira.
ANTONIO CARLOS FARIAS NUNES é Bacharel em Administração, Bacharelando em Ciências Políticas, ex-Professor de História da Filosofia no Colégio Castro Alves, em Gandu; ex-Professor de OSPB e EMC da Escola de 2º. Grau Eliseu Leal, em Gandu. Ex-funcionário dos Bancos BANEB e Brasil em Gandu, Itabuna e Una; Fundador e ex-presidente da Liga Ganduense de Futebol; Fundador e ex-presidente da União dos Vices Prefeitos da Bahia; Ex-Diretor Concursado da Câmara de Vereadores de Gandu; Ex assessor dos deputados Osvaldo Souza, Nestor Duarte e Félix Mendonça; Ex-Vice-prefeito e ex-prefeito de Gandu, ex-presidente da AMURC, fundador e redator desde 01 de dezembro de 2009 do Blog do Zebrão, o primeiro do baixo sul do estado.

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