A METAFÍSICA DO AMOR MATERNO – Pelo Prof. Antonio Moreira Netto – NETTÃO
.
A semana de comemoração do Dia das Mães é sempre um período especial, pois o amor de mãe é único e incomparável. Nesta postagem, trago uma reflexão sobre o que há de mais interessante na forte ligação entre mãe e filho, sob a ótica da metafísica.
A conexão entre eles é frequentemente descrita como um “cordão umbilical espiritual”, que permanece intacto mesmo após o corte do cordão físico. Essa ligação transcende o tempo e o espaço, baseando-se na premissa de que o vínculo não se limita apenas à biologia, mas representa um encontro de almas com propósitos de evolução mútua. De acordo com os estudos da metafísica, existe um vasto campo magnético que interliga os pensamentos maternos à energia liberada pelo próprio filho.

Recentemente, ao estudar filosofia, deparei-me com um conceito fascinante que não poderia deixar de compartilhar: o fato de a mãe gerar o filho dentro do próprio corpo cria o que chamamos de “campo vibracional compartilhado”. Isso significa que, durante a gestação, as emoções, medos, alegrias e estados mentais da mãe influenciam diretamente a energia da criança.
É por esse motivo que muitas correntes metafísicas acreditam que os filhos são capazes de sentir as emoções da mãe à distância e que as mães conseguem “pressentir” perigos ou sofrimentos de seus filhos, mantendo uma sintonia profunda que dura anos. Tudo isso nos leva a crer que a presença materna é uma constante em nossa existência.
Para encerrar, desejo a todas as minhas leitoras um Feliz Dia das Mães — ainda que com um pequeno atraso, mas com toda a admiração que a data merece.
*O artigo não reflete necessariamente a opinião do blog (contrariamente aos editoriais, que são a posição oficial)
Prof. Antônio Moreira Netto – NETTÃO, Licenciado em Física pela FACE e Engenheiro Agrônomo pela UFBA. Professor de Física e Química dos Colégios: Durval Libânio, Colégio Santo Antônio e Colégio Nobre.
.
